Averrhoa carambola
Averrhoa carambola Carambola, averrhoa, camerunga [...]

A carambola é o fruto da caramboleira (Averrhoa carambola), uma árvore ornamental de pequeno porte, da família das Oxalidaceae.

Introduzida no Brasil em 1817, a carambola traz em sua forma a síntese dos cinco elementos.

O caldo da carambola é usado popularmente para eliminar ou atenuar manchas de ferrugem em panos e em objetos de metal.

Pessoas com intestino preso devem evitar o consumo.

Se consumida em grande quantidade, por um longo período, pode causar o surgimento de pedras nos rins, devido ao ácido oxálico.

Pessoas portadoras de insuficiência renal crônica não podem comer carambola, pois esta fruta possui uma toxina natural - a caramboxina - que não é filtrada pelos rins destas pessoas, ficando retida no organismo e atingindo o cérebro, podendo induzir crises de soluços, vômito, confusão mental, agitação psicomotora, convulsões prolongadas (estado de mal epiléptico), coma e levar inclusive, à morte.

Portadores de diabetes devem consultar o médico antes de comer, pois podem sofrer de insuficiência renal e não saber.

Pessoas sem problemas renais devem evitar o abuso no consumo da carambola. Isso porque seu teor de ácido oxálico pode eventualmente produzir cálculos renais em indivíduos mais sensíveis. [...]


Zea mays - Milho, Abati, Auati, Avati
Nome científico
Zea mays
Milho, Abati, Auati, Avati
Eryngium coronatum - Coentrão, Coentro-baiano, Coentro-bravo, Coentro-maranhão, Coentro-de-espinho, Coentro-selvagem, Coentro-do-nordeste
Nome científico
Eryngium coronatum
Coentrão, Coentro-baiano, Coentro-bravo, Coentro-maranhão, Coentro-de-espinho, Coentro-selvagem, Coentro-do-nordeste
Brunfelsia uniflora - Manacá-de-cheiro
Nome científico
Brunfelsia uniflora
Manacá-de-cheiro
Vitex agnus-castus - Vitex, Alecrim de Angola, Agnocasto, Árvore-da-castidade, Pimenta-de-monge
Nome científico
Vitex agnus-castus
Vitex, Alecrim de Angola, Agnocasto, Árvore-da-castidade, Pimenta-de-monge
Eugenia selloi - Pitangatuba, Pitangão, Pitangão-amarelo, Pitangola
Nome científico
Eugenia selloi
Pitangatuba, Pitangão, Pitangão-amarelo, Pitangola
Maranta arundinacea - Araruta, agutingue-pé, araruta-caixulta, araruta comum, araruta-palmeira, embiri
Nome científico
Maranta arundinacea
Araruta, agutingue-pé, araruta-caixulta, araruta comum, araruta-palmeira, embiri
Xanthosoma sagittifolium - Taioba, Orelha-de-efefante, Macabo, Mangarás, Mangará-mirim, Mangareto, Mangarito, Yautia, Taiá
Nome científico
Xanthosoma sagittifolium
Taioba, Orelha-de-efefante, Macabo, Mangarás, Mangará-mirim, Mangareto, Mangarito, Yautia, Taiá
Petroselinum crispum - Salsa, salsinha, salsa-crespa, salsa-de-cheiro, salsa-hortense
Nome científico
Petroselinum crispum
Salsa, salsinha, salsa-crespa, salsa-de-cheiro, salsa-hortense
Spondias dulcis - Cajá, Cajá-manga, Cajámanga, Cajarana, Taberebá-do-sertão, Cajá-anão, Ambarella
Nome científico
Spondias dulcis
Cajá, Cajá-manga, Cajámanga, Cajarana, Taberebá-do-sertão, Cajá-anão, Ambarella
Moringa oleifera - Moringa, baqueta, noz-de-ben, nux-bem, acácia-branca, cedro, moringueiro, quiabo-de-quina
Nome científico
Moringa oleifera
Moringa, baqueta, noz-de-ben, nux-bem, acácia-branca, cedro, moringueiro, quiabo-de-quina
Vitis vinifera - Uva, Parreira, Videira
Nome científico
Vitis vinifera
Uva, Parreira, Videira
Vitex agnus-castus - Vitex, Alecrim de Angola, Agnocasto, Árvore-da-castidade, Pimenta-de-monge
Nome científico
Vitex agnus-castus
Vitex, Alecrim de Angola, Agnocasto, Árvore-da-castidade, Pimenta-de-monge
Lactuca canadensis - Almeirão-roxo, Almeirão-de-árvore, Chicória-amarga, Radi
Nome científico
Lactuca canadensis
Almeirão-roxo, Almeirão-de-árvore, Chicória-amarga, Radi
Coffea canephora - Café, Café Conilon, Café Robusta
Nome científico
Coffea canephora
Café, Café Conilon, Café Robusta
Ipomoea batatas - Batata-doce
Nome científico
Ipomoea batatas
Batata-doce
Aloe vera - Babosa, Aloé, Babosa-grande, Babosa-medicinal, Erva-de-azebre, Caraguatá, Caraguatá-de-jardim
Nome científico
Aloe vera
Babosa, Aloé, Babosa-grande, Babosa-medicinal, Erva-de-azebre, Caraguatá, Caraguatá-de-jardim
Euphorbia umbellata
Euphorbia umbellata Leiteiro, Janaúba, Tiborna, Co [...]

Muito utilizada como cerca viva no Quênia.[3]

Essa planta tem sido usada popularmente para tratamento de verrugas e diversos tipos de câncer, há relatos de intoxicação e efeitos colaterais; provavelmente pela dosagem inadequada, toxidade do látex, alergia ou confusão com outra espécie de planta (existe outra planta nativa do Brasil popularmente conhecida como Janaúba).

Há alguns estudos sobre o uso terapêutico dessa planta.[4]

O látex pode ser manipulado com as mãos sem necessidade de nenhuma proteção.[10]

Segundo identificação de Celso do Lago Paiva a espécie apresentada na foto é a Euphorbia pereskiifolia ( = Synadenium carinatum). PLANTA TÓXICA E CARCINOGÊNICA ( CANCERÍGENA). NÃO É planta medicinal.[11] [...]

Solanum tuberosum
Solanum tuberosum Batata, Batata-inglesa, Batati [...]

É uma planta perene da família das solanáceas e adulta geralmente tem entre sessenta a cem centímetros de altura, possui flores, frutos e produz um tubérculo comestível - aquilo que chamamos de batata - rico em amido (carboidrato).

O nome "batata" pode referir-se tanto ao tubérculo comestível quanto à planta como um todo.

A batata é o vegetal mais popular do mundo e o quarto mais consumido, sendo usado em receitas em todo o mundo.

Um dos pratos mais conhecidos em todo mundo é a batata frita. O alimento apareceu pela primeira vez na década de 1840, e se tornou popular rapidamente em Paris e, posteriormente, a receita se espalhou pelo resto do mundo. A partir da Segunda Guerra Mundial, cerca de 75 por cento das batatas eram utilizadas em lanches rápidos.

São utilizadas como massa na Itália, cozidas com bananas na Costa Rica, cozidas com arroz no Irã, recheadas com fígado na Bielorrússia, fritas com feijões verdes na Etiópia, dentre outras incontáveis receitas com o tubérculo.

O segredo do grande sucesso da batata é sua grande diversidade, que proporcionam várias opções de cor e sabor.

Algumas variedades dão às sopas uma textura cremosa e um gosto delicado que destaca os outros ingredientes.

Outros tipos de batata são melhores cozidas, servidas como um simples lanche ou recheadas com diversos ingredientes.

Para reconhecer a importância do tubérculo no mundo, o ano de 2008 foi intitulado o Ano Internacional da Batata pela Organização das Nações Unidas.[2] [...]

Petroselinum crispum
Petroselinum crispum Salsa, salsinha, salsa-crespa, [...]

Seu cultivo é relativamente fácil: pode ser cultivada em vasos e adapta-se muito bem a terrenos areno-argilosos, ricos em matéria orgânica, fracamente ácidos e bem drenados. [...]

Beaucarnea recurvata
Beaucarnea recurvata Pata-de-elefante, Biucarnea, N [...]

A pata-de-elefante tem sido muito utilizada tanto em ambientes internos (em vasos) como em áreas externas.

Ocorrem plantas fêmeas e plantas machos (espécie dióica).

É uma planta que praticamente não exige manutenção, mas que alcança altos valores no mercado de plantas ornamentais. [...]

Tropaeolum majus
Tropaeolum majus Capuchinha, Cinco-chagas, Bico [...]

Existem numerosos cultivares, incluindo híbridos, com colorações florais distintas.

Crescem os usos para fins alimentares e como planta medicinal.[3]

Existem numerosas variedades cultivadas, frequentemente assilvestradas, com flores que vão da cor vermelha a branca, sendo mais frequentes as variedades de flores alaranjadas e amarelas.

As flores podem ser usadas na culinária e os frutos são utilizados na confecção de conservas, mas a planta inteira é comestível, crua ou cozida, frequentemente em saladas.[3]

As flores de capuchinha têm sabor apimentado, semelhante ao agrião devido à presença de compostos sulfurados.

Os botões florais e os frutos, preparados em picles têm gosto semelhante à alcaparra.

Atualmente é muito utilizada pelos restaurantes, que servem suas folhas e flores em saladas frescas, nutritivas e atraentes (MARTINS et al., 1994).

Toda a planta é comestível.

Seu sabor é forte e característico, nem sempre do agrado de todos.[5] [...]


Rosmarinus officinalis - Alecrim
Nome científico
Rosmarinus officinalis
Alecrim
Indigofera suffruticosa - Anil; Anileira-verdadeira; anileira; anil-do-campo; indigueira; índigo; anileira-da-índia; caá-chica; caobi-índigo; timbó-mirim; timbozinho; guajará-timbó; erva-anil
Nome científico
Indigofera suffruticosa
Anil; Anileira-verdadeira; anileira; anil-do-campo; indigueira; índigo; anileira-da-índia; caá-chica; caobi-índigo; timbó-mirim; timbozinho; guajará-timbó; erva-anil
Helichrysum italicum - Erva-do-caril, Erva-caril, Caril-das-areias, Erva-espanta-diabos, Quinor
Nome científico
Helichrysum italicum
Erva-do-caril, Erva-caril, Caril-das-areias, Erva-espanta-diabos, Quinor
Matricaria chamomilla - Camomila, Camomila-verdadeira, Maçanilha, Camomila-alemã, Camomila-comum, Camomila-da-alemanha, Camomila-húngara, Camomila-verdadeira, Camomila-vulgar, Macela-nobre, Margaça, Matricaria
Nome científico
Matricaria chamomilla
Camomila, Camomila-verdadeira, Maçanilha, Camomila-alemã, Camomila-comum, Camomila-da-alemanha, Camomila-húngara, Camomila-verdadeira, Camomila-vulgar, Macela-nobre, Margaça, Matricaria
Aeschynomene chicocesariana - Flor-do-Chico-Cesar
Nome científico
Aeschynomene chicocesariana
Flor-do-Chico-Cesar
Allium sativum - Alho
Nome científico
Allium sativum
Alho
Zea mays - Milho, Abati, Auati, Avati
Nome científico
Zea mays
Milho, Abati, Auati, Avati
Myrciaria glazioviana - Cabeludinha, Guaquica, Jabuticaba-amarela, Guapirijuba, Café-cabeludo, Fruta-cabeluda, Peludinha
Nome científico
Myrciaria glazioviana
Cabeludinha, Guaquica, Jabuticaba-amarela, Guapirijuba, Café-cabeludo, Fruta-cabeluda, Peludinha
Ixora finlaysoniana - Ixora-branca
Nome científico
Ixora finlaysoniana
Ixora-branca
Syzygium jambos -
Nome científico
Syzygium jambos
Cannabis sativa - Cânhamo, Maconha, Erva-de-santa-maria, Diamba, Pango, Haxixe,
Nome científico
Cannabis sativa
Cânhamo, Maconha, Erva-de-santa-maria, Diamba, Pango, Haxixe,
Cocos nucifera - Coco, Coqueiro, Coco-da-bahia, Coqueiro-da-bahia, Cocotero, Palma-cocotera, Palmera-de-coco, Adiaván, Palma-de-coco, Palma-indiana
Nome científico
Cocos nucifera
Coco, Coqueiro, Coco-da-bahia, Coqueiro-da-bahia, Cocotero, Palma-cocotera, Palmera-de-coco, Adiaván, Palma-de-coco, Palma-indiana
Acnistus arborescens - Fruta-do-sabiá
Nome científico
Acnistus arborescens
Fruta-do-sabiá
Cinnamomum verum - Canela, Canela-do-ceilão, Canela verdadeira, Canela sem cumarina
Nome científico
Cinnamomum verum
Canela, Canela-do-ceilão, Canela verdadeira, Canela sem cumarina
Moringa oleifera - Moringa, baqueta, noz-de-ben, nux-bem, acácia-branca, cedro, moringueiro, quiabo-de-quina
Nome científico
Moringa oleifera
Moringa, baqueta, noz-de-ben, nux-bem, acácia-branca, cedro, moringueiro, quiabo-de-quina
Leucanthemum vulgare - Margarida, Bem-me-quer, Bonina
Nome científico
Leucanthemum vulgare
Margarida, Bem-me-quer, Bonina

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Tropaeolum majus
Tropaeolum majus Capuchinha, Cinco-chagas, Bico [...]

Existem numerosos cultivares, incluindo híbridos, com colorações florais distintas.

Crescem os usos para fins alimentares e como planta medicinal.[3]

Existem numerosas variedades cultivadas, frequentemente assilvestradas, com flores que vão da cor vermelha a branca, sendo mais frequentes as variedades de flores alaranjadas e amarelas.

As flores podem ser usadas na culinária e os frutos são utilizados na confecção de conservas, mas a planta inteira é comestível, crua ou cozida, frequentemente em saladas.[3]

As flores de capuchinha têm sabor apimentado, semelhante ao agrião devido à presença de compostos sulfurados.

Os botões florais e os frutos, preparados em picles têm gosto semelhante à alcaparra.

Atualmente é muito utilizada pelos restaurantes, que servem suas folhas e flores em saladas frescas, nutritivas e atraentes (MARTINS et al., 1994).

Toda a planta é comestível.

Seu sabor é forte e característico, nem sempre do agrado de todos.[5] [...]
Crassula ovata
Crassula ovata Planta-jade, Bálsamo-de-jardim [...]

É uma das plantas mais cultivadas entre as suculentas.

Não possui qualidades medicinais comprovadas, mas é muito confundida com uma planta medicinal, chamada Bálsamo (Sedum dendroideum).
 [...]
Mimosa scabrella
Mimosa scabrella Bracatinga, Aabracaatinga, abr [...]

Ao chegarem à região de Curitiba, capital paranaense, os primeiros colonizadores se depararam com vastas áreas ocupadas por uma árvore esguia e alta, que brotava naturalmente do solo e cobria harmonicamente o relevo montanhoso da região.

Aos poucos, os colonizadores descobriram que a árvore, conhecida como Bracatinga (Mimosa scabrella), tinha como umas das suas principais virtudes oferecer excelente lenha para o aquecimento dos lares nos rigorosos invernos da região.

Aquilo que foi atestado, na prática, pelos colonizadores do Paraná hoje se comprova cientificamente: a Bracatinga abriga, no seu fino caule, uma verdadeira “usina térmica”.

A Bracatinga apresenta uma capacidade de armazenamento da energia solar superior à de outras árvores, como Pinus e Eucalipto. [...]
Tabebuia heptaphylla
Tabebuia heptaphylla Ipê roxo, Ipê rosa, Abroé, Gra [...]

Popularmente conhecida como ipê-roxo, é uma das espécies que vêm sendo estudadas por ser de alto valor econômico, considerando-se as finalidades de sua madeira e extrativos foliares, e pela diminuição preocupante do número de indivíduos que ainda são encontrados em áreas de ocorrência natural (ETTORI, 1996). [...]
Campomanesia phaea
Campomanesia phaea Cambuci, cambucizeiro [...]

 [...]
Eugenia uvalha
Eugenia uvalha Uvaia [...]

 [...]
Triplaris americana
Triplaris americana Pau-de-formiga, Pau-de-novato, [...]

Devido à sua copa colunar e beleza no florescimento e frutificação, é amplamente usada no paisagismo, sendo útil para arborização de ruas estreitas desprovidas de rede elétrica.

É muito útil também para recuperação de florestas ciliares.

O nome popular desta espécie é proveniente de sua associação com fomigas no ambiente natural, que constroem seus ninhos no tronco oco, protegendo assim as plantas de outros predadores. [...]
Plinia cauliflora
Plinia cauliflora Jabuticaba, Jaboticaba, Jabuti [...]

 [...]
Eugenia uniflora
Eugenia uniflora Pitanga, Ibipitanga, Pitanga-c [...]

Ótima para ser saboreada após as refeições, a pitanga tem um sabor doce, com "fim de boca" levemente amargo, principalmente nos frutos não tão maduros.

A fruta é consumida naturalmente, colhida do pé, ou sob a forma de doces, geléias, sorvetes, ou utilizada em caipifrutas de pitanga, a chamada de "caipitanga".

Da pitanga se fazem ótimos remédios para diarréia de crianças, garrafadas e licores estimulantes. [...]
Dillenia indica
Dillenia indica Maçã-de-elefante, Árvore-do-di [...]

No caso da Dillenia as extremidades da flor se fecham sobre a mesma para formação do fruto, sendo assim, qualquer objeto que ficar preso à flor, ficará dentro do fruto.

Diz a lenda que D. Pedro colocou várias moedas (patacas) nas flores, depois, quando o fruto estava formado, mandou para Portugal com o seguinte recado: "Nesta terra o dinheiro nasce até nas árvores".

As patacas foram as moedas que circularam no Brasil de 1695 a 1834.

O extrato de folha de D. indica poderia ser útil para o controle do diabetes mellitus e de outras anormalidades associadas a essa disfunção metabólica. [...]

Tabebuia heptaphylla
Tabebuia heptaphylla Ipê roxo, Ipê rosa, Abroé, Gra [...]

Popularmente conhecida como ipê-roxo, é uma das espécies que vêm sendo estudadas por ser de alto valor econômico, considerando-se as finalidades de sua madeira e extrativos foliares, e pela diminuição preocupante do número de indivíduos que ainda são encontrados em áreas de ocorrência natural (ETTORI, 1996). [...]
Azadirachta indica
Azadirachta indica Nim, Neen, Amargosa, Neem [...]

Utilizada para controle biológico de pragas.

Os inseticidas naturais de nim são biodegradáveis, portanto não deixam resíduos tóxicos nem contaminam o ambiente.

Possuem ação repelente, anti-alimentar, reguladora de crescimento e inseticida, além de acaricida, fungicida e nematicida.

Por sua natureza, os extratos de nim são mundialmente aprovados para uso em cultivos orgânicos.[5]

É usada há séculos na Índia como planta medicinal, sombreadora e mais
recentemente como inseticida, na produção de madeira e cosméticos.

Segundo MARTINEZ (2002), é conhecida há 5.000 anos e apresenta ação contra mais de 430 espécies de pragas que ocorrem em diversos países, causando múltiplos efeitos, tais como: repelência, interrupção do desenvolvimento e da ecdise, atraso no desenvolvimento, redução na fertilidade e fecundidade, e várias outras alterações no comportamento e na fisiologia dos insetos que podem levá-los a morte.

Além disso, estudos vêm demonstrando que o nim é uma planta medicinal que pode ser usada como anti-séptico, tônico, vermífugo, na cura da
diabetes, malária, problemas dermatológicos, combate a sarna, pulga e outras doenças (MARTINEZ, 2002).[10]

Tanto o néctar quanto o pólen do nim são tóxicos para adultos e larvas de A. mellifera, não sendo aconselhável o seu uso como fonte EXCLUSIVA de alimento para essas abelhas.[12]


 [...]
Ochroma pyramidale
Ochroma pyramidale Pau-de-balsa, Pau-de-jangada,  [...]

A mais leve madeira de uso comercial que existe no mundo é a produzida pelo pau-de-balsa, também chamado pau-de-jangada ou pata-de-lebre.

Os tipos mais leves pesam cerca de 48kg/m³. Isto equivale a um terço do peso da cortiça. As espécies mais pesadas de pau-de-balsa pesam cerca de 320kg/m³. A balsa é leve porque o ar ocupa suas células quando a madeira seca.

A balsa tem um brilho e uma textura acetinados. A madeira vai do branco ao creme levemente rosado nas partes centrais do tronco. É utilizada para fazer aeromodelos e alguns tipos de embarcações, carrocerias de caminhões, barcos salva-vidas e bóias.

Também é usada como material isolante nas incubadoras e em carros e caminhões frigoríficos. [...]
Calophyllum brasiliense
Calophyllum brasiliense Guanandi, Jacareúba, Ganandi,  [...]

A espécie vem sendo plantada com muito sucesso no Estado de São Paulo; como árvore nativa brasileira, já está reaproximando a fauna local, como demonstra os ninhos de pássaros que já escolheram árvore para nidificar.

O retorno financeiro de sua cultura é muito alto, facilmente percebido quando se sabe que, apesar de ter custos de plantio semelhantes ao do pinus e do eucalipto para corte, seu preço ultrapassa facilmente dezenas de vezes o destas madeiras de árvores não brasileiras.

O Guanandi também concorre em velocidade de crescimento, provavelmente, com a badalada Teca Indiana. Ao contrário desta última, O Guanandi aceita o clima mais rigoroso do sul e sudeste brasileiros, bem como se adapta muito bem à declividade.

O uso sustentável de sua madeira é considerado como a melhor alternativa ao uso predatório do Mogno e do Cedro; é considerada tão bonita e trabalhável quanto estas, sendo resistente e imputrecível.

As árvores plantadas de Guanandi não sofrem ataques de pragas - como a lagarta Hypsipyla grandella Zeller que ataca ao mogno e ao Cedro.

O plantio de cada árvore de Guanandi é capaz de economizar o corte predatório de muitas árvores amazônicas: o corte de um simples Mogno na amazônia, por exemplo, pode provocar a derrubada de até 30 outras árvores - dado que os Mognos, ao contrário dos Guanandis, não ocorrem em ajuntamentos.

Esta substituição provoca um efeito fantástico sobre a diminuição do aquecimento global a longo prazo, uma vez que compradores europeus, japoneses e americanos já começam a aceitar pagar mais caro por madeira de reflorestamento.

Além disto, o sistema radicular do Guanandi levanta o lençol freático, trazendo a água subterrânea para a superfície; ou seja, ele recupera e fertiliza os solos onde é plantado, ao contrário de algumas outras espécies muito utilizadas.

A madeira de Guanandi promete ser uma das mais importantes commodities [...]
Cocos nucifera
Cocos nucifera Coco, Coqueiro, Coco-da-bahia, [...]

Trazido pelos portugueses em 1553, proveniente do Cabo Verde, teve seu plantio inicial no estado da Bahia, espalhando-se posteriormente pelo litoral nordestino.

Com a chegada dos escravos de Moçambique, onde o aproveitamento do leite de coco e a feitura de pratos com o fruto já eram práticas comuns, é que se iniciou a criação dos pratos da tradicional culinária afro-brasileira.

É a única espécie classificada no gênero Cocos.

Em algumas partes do mundo, macacos treinados são usados na colheita do coco. Escolas de treinamentos para macacos ainda existem no sul da Tailândia. Todos os anos são realizadas competições para identificar o mais rápido colhedor.[6]

Atualmente utiliza-se a fibra da casca do fruto para obtenção de vasos e substratos para plantas, em substituição à fibra de xaxim. [...]
Cybistax antisyphilitica
Cybistax antisyphilitica Ipê-verde [...]

Estudos científicos comprovaram a eficácia do extrato de ipê-verde contra a larva do mosquito Aedes aegypti, que é o principal transmissor da dengue.

Árvore medicinal, excelente para plantio em calçadas ou recuperação de áreas degradadas, praças, parques, jardins, avenidas e ruas, principalmente as estreitas. [...]
Plinia cauliflora
Plinia cauliflora Jabuticaba, Jaboticaba, Jabuti [...]

 [...]
Vellozia squamata
Vellozia squamata Canela-de-ema [...]

Planta que só é encontrada no bioma Cerrado e cujo nome está associado às semelhanças com as Emas.

Os caules são dispostos de modo semelhante à distribuição dos dedos do animal e os tufos de folhas da planta, lembram as penas da ave.[2] [...]
Triticum
Triticum Trigo [...]

O trigo (Triticum spp.) é uma gramínea que é cultivada em todo mundo.

É o cereal mais importante na alimentação humana, nas regiões de clima temperado.

O arroz, seu mais próximo concorrente, e o milho predominam nas regiões tropicais.

Globalmente, é a segunda maior cultura de cereais, a seguir ao milho; o terceiro é o arroz.

O grão de trigo é um alimento básico usado para fazer farinha e, com esta, o pão, na alimentação dos animais domésticos e como um ingrediente na fabricação de cerveja.

O trigo é plantado também estritamente como uma forragem para animais domésticos, como o feno. [...]
Juglans regia
Juglans regia Nogueira, Noz, Noz-caucasiana, [...]

Nozes são utilizadas em várias receitas culinárias, principalmente na época de Natal.

Atualmente são muitas as "cultivares" desenvolvidas pela tecnologia genética, exatamente para aclimatá-las a outros ambientes.[6] [...]

  



Observar a LUA ajuda a marcar, através de seus ciclos, etapas de plantio, cultivo e colheita.


Lua NOVA :: Semeadura / plantio de tudo o que cresce acima da terra. Corte de bambu para a construção. Colheita e plantio de raízes, tubérculos, rizomas e bulbos. PODAS gerais para a produção de matéria seca.

Lua CRESCENTE :: A seiva sobe para as folhas, concentrando nos talos e ramos. Plantio de tudo o que cresce acima da terra (ex: tomate, laranja, alface, milho, soja etc). Colheita de folhas (medicinais) e, pouco antes da lua cheia, colheita de cereais. PODAS com maior produção de biomassa para adubo verde. Final da crescente: corte de madeira para lenha.

Lua CHEIA :: Seiva nas folhas - maior luminosidade lunar. Colheita de flores, frutos e folhas. Plantio de flores, frutos e folhas. Deve-se evitar mexer muito nas plantas, limitando-se a retirar folhas secas e galhos. PODAS com maior produção de biomassa para adubo verde. Perto da lua cheia, as plantas estão com seus aromas potencializados, atraindo animais.

Lua MINGUANTE :: A seiva desce para as raízes. Ideal para plantio / semeadura de tudo o que cresce abaixo da terra (ex: alho, cenoura, cebola, mandioca, batata, rabanete etc). Podas / corte de árvores e bambus. Pouco antes da lua nova, ideal para colheita de sementes. Dê preferência para intercalar adubações de 15 em 15 dias, sendo uma durante o último quarto minguante.



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Últimos comentários publicados nas fichas de espécies do Banco de Plantas Notáveis:

Moringa oleifera
Anderson Porto / RJ (09/04/2020 17:00)
O mais seguro é consumir apenas 2 g de pó seco por dia, ou duas xícaras de chá de folhas verdes (uma colher de sopa para cada xícara).
Moringa oleifera
Eugenia selloi
Octavio Bonvini Lopes / RJ (10/11/2019 18:23)
(Polinização) Tenho um pé de pitangatuba que está dois anos no solo e desde julho tem florido continuamente mas as flores secam e caem antes de se transformarem em frutos. Como tenho várias outras fruteiras que produzem normalmente na mesma área, não creio que o problema seja de polinização.
Encontrei no YouTube algumas referências sobre esse fato de não segurar flores ser normal em pitangatubas jovens. É isso mesmo ou será falta de algum nutriente?
Eugenia selloi
Lavandula angustifolia
Anderson Porto / RJ (11/04/2019 18:26)
Angustifolia = com folhas estreitas.
Lavandula angustifolia
Zea mays
Anderson Porto / RJ (09/04/2019 16:07)
Dobra-se o pé de milho quando seco para que a água de chuva não acumule dentro da espiga e apodreça os grãos. Mas hoje acredito que somente em certas regiões ou sítios ainda se usa essa técnica, em plantações comerciais as espigas mesmos com pouca umidade são colhidas por máquinas e levadas em máquinas para total eliminação da água antes da venda.
Zea mays
Spathodea campanulata
Anderson Porto / RJ (21/03/2019 18:06)
Essa história da espatódea X beija-flores é como um *mito urbano*, mas já fez com que essas árvores fossem erradicadas em algumas cidades.
Quem jogou a *última pá de cal* sobre isso foi o ornitólogo Johan Dalgas Frisch, no seu livro *O Jardim dos Beija-Flores*, que ganhei há tempos e recomendo.
Spathodea campanulata
Dysphania ambrosioides
Anderson Porto / RJ (12/12/2018 12:28)
Percebemos que a Dysphania ambrosioides, que é o mastruz, possui efeito antileishmania, ela diminui as infecções nas células infectadas, tanto na leishmaniose cutânea, que são as feridas na pele, quanto na leishmaniose visceral, que é o calazar", declara a pesquisadora. Também foi percebido que a planta diminui a infecção do Trypanosoma cruzi, que é o parasita responsável pela doença de Chagas. "Então, o mastruz foi bem eficiente contra esses três parasitas."
Dysphania ambrosioides
Tulbaghia violacea
Anderson Porto / RJ (11/09/2018 22:44)
O sabor de alho é muito forte nas folhas modiscadas e o aroma permanece nas mãos durante um bom tempo. Usada como tempero não fica muito forte.
Tulbaghia violacea
Cymbopogon nardus
Anderson Porto / RJ (02/05/2018 22:30)
As folhas são usadas como tempero em curry, sopas, etc.
O centro branco das hastes suculentas é usado para dar um sabor ao curry.
Um chá aromático pode ser obtido das folhas.
Um óleo essencial é obtido da planta. Este óleo contém geraniol, citral e citronelal. É muito usado pela indústria alimentícia para dar sabor a uma ampla gama de alimentos. O Citral pode ser usado para imitar sabores de maçã, limão, morango e baunilha.
As folhas são antiespasmódicas, diaforéticas, digestivas e estimulantes. Uma infusão das folhas é usada para tratar espasmos de diarréia. Uma infusão das folhas, com bebidas alcoólicas ou doces, é usada para tratar resfriados.
Cymbopogon nardus
Xanthosoma sagittifolium
Anderson Porto / RJ (26/03/2018 22:14)
A forma mais confiável de reconhecer as *taiobas* comestíveis é reconhecer uma cerosidade parecida com um talco, por cima do talo. Em botânica é chamada de *pruína*. Todas as comestíveis tem esse *pozinho* por cima do talo, que também é comestível (deve ser descascado e cortado em pedaços).
Xanthosoma sagittifolium
Tradescantia pallida
Anderson Porto / RJ (23/02/2018 23:33)
Não é uma boa ideia então consumí-la em locais que tenham muita poluição.
Tradescantia pallida
Azadirachta indica
Anderson Porto / RJ (16/02/2018 13:46)
Não são os indivíduos que morrem, são as crias. O enxame definha pois não tem mais abelhas nascendo. As abelhas fazem as células de berçário, nessas células é colocado a papa larval (feita de pólen) onde a abelha rainha faz a postura do ovo, onde irá eclodir e sair um embrião que irá se alimentar dessa papa larval (ou seja, do pólen). Ela não chega nem a virar pupa, vai morrer pois se alimentou dessa papa com pólen de nim.

Sem nascer mais abelhas, as velhas vão morrendo e não nascem novas, a média de vivência ver uma abelha são 50 dias. Após este período o enxame esta praticamente morto, não tendo mais indivíduos não tem como a abelha rainha ser alimentada, pois só as nutrizes fazem isso, as abelhas mais novas.

Os grãos de pólen coletados do nim, junto a outras floradas no mesmo pote, contamina todos os grãos, pela toxidade do nim.

Espécies afetadas: meliponas e Scaptotrigonas.
Azadirachta indica
Annona squamosa
Anderson Porto / RJ (15/02/2018 20:07)
Aqui é Cukoralma (Tsúkor ólmó foneticamente, húngaro)
- cukor = açúcar
- alma = maçã.
Annona squamosa
Myracrodruon urundeuva
Anderson Porto / RJ (29/01/2018 22:59)
Grato pela observação, Elimar!
Myracrodruon urundeuva
Thevetia neriifolia
Anderson Porto / RJ (11/12/2017 18:48)
(Introdução) Outra jeito de uso é na forma de um pingente duplo, com as duas sementes unidas, penduradas num colar.
Thevetia neriifolia
Calotropis procera
Anderson Porto / RJ (09/08/2017 12:59)
O controle só é eficaz se as plantas forem arrancadas totalmente (pelas raízes) ou por meio de corte raso seguido de aplicação de herbicida. O simples corte promove perfilhamento, amplificando o problema.
Calotropis procera
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