Etlingera elatior
Etlingera elatior Bastão-do-imperador, Gengibre- [...]

A Rosa-de-porcelana teve numerosas designações genéricas ao longo dos anos: Alpinia, Phaeomoria, Nicolaia, e Elettaria.

A taxonomia era rebuscada e confusa.

Acreditava-se que o género tinha apenas algumas espécies.

Nos anos 80 do século XX, Rosemary Margaret Smith, dos Jardins Botânicos Reais de Edimburgo, aprofundou os estudos sobre a Rosa-de-porcelana e determinou que a planta pertencia ao género Etlingera, descrito pela primeira vez em 1792 por Paul Dietrich Giseke.

Desde então, Axel Dalberg Poulsen, do Herbário Nacional da Holanda, dedicou os seus estudos a estas plantas gloriosas.

Descobriu que há pelo menos 70 espécies, muitas ainda não estão identificadas.

Podem-se encontrar em muitas localidades tropicais, espalhando-se desde as Ilhas do pacifico até à África. [...]


Zea mays - Milho, Abati, Auati, Avati
Nome científico
Zea mays
Milho, Abati, Auati, Avati
Eryngium coronatum - Coentrão, Coentro-baiano, Coentro-bravo, Coentro-maranhão, Coentro-de-espinho, Coentro-selvagem, Coentro-do-nordeste
Nome científico
Eryngium coronatum
Coentrão, Coentro-baiano, Coentro-bravo, Coentro-maranhão, Coentro-de-espinho, Coentro-selvagem, Coentro-do-nordeste
Brunfelsia uniflora - Manacá-de-cheiro
Nome científico
Brunfelsia uniflora
Manacá-de-cheiro
Vitex agnus-castus - Vitex, Alecrim de Angola, Agnocasto, Árvore-da-castidade, Pimenta-de-monge
Nome científico
Vitex agnus-castus
Vitex, Alecrim de Angola, Agnocasto, Árvore-da-castidade, Pimenta-de-monge
Eugenia selloi - Pitangatuba, Pitangão, Pitangão-amarelo, Pitangola
Nome científico
Eugenia selloi
Pitangatuba, Pitangão, Pitangão-amarelo, Pitangola
Maranta arundinacea - Araruta, agutingue-pé, araruta-caixulta, araruta comum, araruta-palmeira, embiri
Nome científico
Maranta arundinacea
Araruta, agutingue-pé, araruta-caixulta, araruta comum, araruta-palmeira, embiri
Xanthosoma sagittifolium - Taioba, Orelha-de-efefante, Macabo, Mangarás, Mangará-mirim, Mangareto, Mangarito, Yautia, Taiá
Nome científico
Xanthosoma sagittifolium
Taioba, Orelha-de-efefante, Macabo, Mangarás, Mangará-mirim, Mangareto, Mangarito, Yautia, Taiá
Petroselinum crispum - Salsa, salsinha, salsa-crespa, salsa-de-cheiro, salsa-hortense
Nome científico
Petroselinum crispum
Salsa, salsinha, salsa-crespa, salsa-de-cheiro, salsa-hortense
Spondias dulcis - Cajá, Cajá-manga, Cajámanga, Cajarana, Taberebá-do-sertão, Cajá-anão, Ambarella
Nome científico
Spondias dulcis
Cajá, Cajá-manga, Cajámanga, Cajarana, Taberebá-do-sertão, Cajá-anão, Ambarella
Moringa oleifera - Moringa, baqueta, noz-de-ben, nux-bem, acácia-branca, cedro, moringueiro, quiabo-de-quina
Nome científico
Moringa oleifera
Moringa, baqueta, noz-de-ben, nux-bem, acácia-branca, cedro, moringueiro, quiabo-de-quina
Vitis vinifera - Uva, Parreira, Videira
Nome científico
Vitis vinifera
Uva, Parreira, Videira
Vitex agnus-castus - Vitex, Alecrim de Angola, Agnocasto, Árvore-da-castidade, Pimenta-de-monge
Nome científico
Vitex agnus-castus
Vitex, Alecrim de Angola, Agnocasto, Árvore-da-castidade, Pimenta-de-monge
Lactuca canadensis - Almeirão-roxo, Almeirão-de-árvore, Chicória-amarga, Radi
Nome científico
Lactuca canadensis
Almeirão-roxo, Almeirão-de-árvore, Chicória-amarga, Radi
Coffea canephora - Café, Café Conilon, Café Robusta
Nome científico
Coffea canephora
Café, Café Conilon, Café Robusta
Ipomoea batatas - Batata-doce
Nome científico
Ipomoea batatas
Batata-doce
Aloe vera - Babosa, Aloé, Babosa-grande, Babosa-medicinal, Erva-de-azebre, Caraguatá, Caraguatá-de-jardim
Nome científico
Aloe vera
Babosa, Aloé, Babosa-grande, Babosa-medicinal, Erva-de-azebre, Caraguatá, Caraguatá-de-jardim
Arrabidaea chica
Arrabidaea chica Pariri, Cajiru, Carajiru, Chic [...]

É uma Bignoniaceae amplamente utilizada na medicina popular como anti-inflamatório e adstringente, e para várias doenças como cólicas intestinais, diarréias, anemias e enfermidades da pele.

Devido as suas propriedades biológicas e a produção de corante a espécie passou a ser utilizada pela indústria cosmética.[2]

A A. chica é muito comum na região amazônica.

As folhas desta planta têm sido usadas como um antiinflamatório e agente adstringente, também como um remédio para cólicas intestinais, disenterias, leucorréia e leucoanemia.

Aplicadas topicamente, combatem as impigens e outras enfermidades de pele, principalmente para lavagens de feridas e úlceras.

As folhas fornecem um corante vermelho escuro.

Desde os tempos memoriais era usado pelos aborígines para se pintarem, assim como para tingirem seus enfeites, utensílios e vestuário, bem como tatuagens.

Os bichos de seda alimentados com suas folhas produzem seda vermelha.

Estudos fitoquímicos das folhas dessa espécie revelaram a presença de saponinas, quininas, flavonas, taninos, pigmentos flavónicos e indícios de alcalóides.

O seu corante vermelho foi estudado por ZORN et.al. (2002) que identificou a presença de 3-desoxiantocianina onde nomeou este composto de carajurina. [8] [...]

Lactuca canadensis
Lactuca canadensis Almeirão-roxo, Almeirão-de-árv [...]

O almeirão é uma planta herbácea de seiva leitosa, cultivada como hortaliça e que também é comumente chamada de chicória amarga.

Com as folhas do almeirão podem ser preparadas ricas saladas cruas, e saborosos refogados, acompanhando legumes, cereais ou carnes.

É plantado para fins ornamentais, principalmente na Europa, devido às belas flores, que acrescentam um efeito campestre em maciços ou em conjuntos com outras flores.

Suas folhas, ricas em fibras, no Brasil são consumidas cruas ou cozidas e utilizadas industrialmente na produção da fibra solúvel inulina.

Comprovadamente eficaz no tratamento de queda de cabelos. [...]

Plectranthus barbatus
Plectranthus barbatus Falso-boldo, Boldo, Boldo-da-t [...]

Conhecida pelos boêmios, para curar ressaca e mal estar, esta planta provavelmente foi trazida pelos escravos no período colonial e é utilizada comumente na medicina popular. [...]

Pachira aquatica
Pachira aquatica Munguba, Castanheira, Falso-ca [...]

É muito utilizada em arborização urbana por conta de suas flores perfumadas e belas, além de proporcionar excelente área de sombra.

Espontaneamente, a árvore vegeta em locais úmidos, nas margens e nos barrancos de rios e lagoas, ou em terrenos alagadiços e brejosos, de onde provém a aquática do seu nome científico.

No entanto, a monguba adapta-se facilmente a condições bem diversas de solo e clima.

Em geral, a monguba é árvore de tamanho variável, bastante frondosa, possuindo uma copa densa e arredondada.

Por tais qualidades e pela beleza e exotismo de suas grandes flores amarelas de pontas avermelhadas, é árvore de reputada função ornamental.

A monguba é, inclusive, bastante utilizada na arborização das ruas, provando sua adaptabilidade e sua capacidade de medrar até mesmo em terrenos secos (Cronquist 1981).

Embora seja espécie muita conhecida, adaptável ao cultivo, de frutos saborosos e de variadas utilidades, a monguba é pouco utilizada pelos brasileiros, não sempre reconhecida como espécie de importância para a exploração econômica, o que é um equívoco.

As belas monguba produzem anualmente grandes quantidades de frutos, disputados avidamente pela fauna. Deles, aproveita-se às sementes.

Sendo da mesma família das paineiras, as sementes da monguba, que permanecem guardadas em grandes e compridas cápsulas de coloração castanho-avermelhadas e de aparência aveludada, ficam envoltas em meio a uma paina branca.

As castanhas são comestíveis e podem ser consumidas cruas, assadas sobre a brasa, fritas em óleo, cozidas com sal ou torradas, produzem bebidas como o café.[2] [...]

Spondias dulcis
Spondias dulcis Cajá, Cajá-manga, Cajámanga, C [...]

Os frutos de cajá são doces e de paladar extremamente agradável. Podem ser comidos maduros; ou verdes, com um pouco de sal.

Achei interessante o fato de que esta espécie não consta no livro "Frutas Brasileiras - Exóticas e Cultivadas", do Lorenzi.

Informações fartas sobre ela também são difíceis de ser encontradas na Internet. Desconfio que seja por causa de uma alegada ação medicinal anti-viral do extrato de suas folhas.

Vem recebendo atenção especial por secretar uma goma que possui ação medicinal.

É, portanto, uma espécie que precisa de mais estudos e pesquisas.





 [...]


Syzygium jambos -
Nome científico
Syzygium jambos
Cannabis sativa - Cânhamo, Maconha, Erva-de-santa-maria, Diamba, Pango, Haxixe,
Nome científico
Cannabis sativa
Cânhamo, Maconha, Erva-de-santa-maria, Diamba, Pango, Haxixe,
Cocos nucifera - Coco, Coqueiro, Coco-da-bahia, Coqueiro-da-bahia, Cocotero, Palma-cocotera, Palmera-de-coco, Adiaván, Palma-de-coco, Palma-indiana
Nome científico
Cocos nucifera
Coco, Coqueiro, Coco-da-bahia, Coqueiro-da-bahia, Cocotero, Palma-cocotera, Palmera-de-coco, Adiaván, Palma-de-coco, Palma-indiana
Acnistus arborescens - Fruta-do-sabiá
Nome científico
Acnistus arborescens
Fruta-do-sabiá
Cinnamomum verum - Canela, Canela-do-ceilão, Canela verdadeira, Canela sem cumarina
Nome científico
Cinnamomum verum
Canela, Canela-do-ceilão, Canela verdadeira, Canela sem cumarina
Moringa oleifera - Moringa, baqueta, noz-de-ben, nux-bem, acácia-branca, cedro, moringueiro, quiabo-de-quina
Nome científico
Moringa oleifera
Moringa, baqueta, noz-de-ben, nux-bem, acácia-branca, cedro, moringueiro, quiabo-de-quina
Leucanthemum vulgare - Margarida, Bem-me-quer, Bonina
Nome científico
Leucanthemum vulgare
Margarida, Bem-me-quer, Bonina
Alternanthera brasiliana - Terramicina, Acônito-do-mato, Caaponga, Cabeça-branca, Carrapichinho, Ervanço, Nateira, Doril, Sempre-viva, Perpétua, Bejotasil
Nome científico
Alternanthera brasiliana
Terramicina, Acônito-do-mato, Caaponga, Cabeça-branca, Carrapichinho, Ervanço, Nateira, Doril, Sempre-viva, Perpétua, Bejotasil
Neoregelia compacta - Bromélia-de-ninho
Nome científico
Neoregelia compacta
Bromélia-de-ninho
Euphorbia umbellata - Leiteiro, Janaúba, Tiborna, Cola-nota
Nome científico
Euphorbia umbellata
Leiteiro, Janaúba, Tiborna, Cola-nota
Leucaena leucocephala - Leucena
Nome científico
Leucaena leucocephala
Leucena
Xanthosoma sagittifolium - Taioba, Orelha-de-efefante, Macabo, Mangarás, Mangará-mirim, Mangareto, Mangarito, Yautia, Taiá
Nome científico
Xanthosoma sagittifolium
Taioba, Orelha-de-efefante, Macabo, Mangarás, Mangará-mirim, Mangareto, Mangarito, Yautia, Taiá
Lavandula angustifolia - Alfazema, Lavanda
Nome científico
Lavandula angustifolia
Alfazema, Lavanda
Lavandula officinalis - Alfazema
Nome científico
Lavandula officinalis
Alfazema
Zea mays - Milho, Abati, Auati, Avati
Nome científico
Zea mays
Milho, Abati, Auati, Avati
Spathodea campanulata - Espatódea, Espatódia, Espatodea, Bisnagueira, Mijinho, Mijadeira, Tulipeira-do-gabão, Chama-da-floresta, Tulipeira, Árvore-de-bisnagas, Árvore-de-tulipas, Tulipeira-africana, Tulipeiro-africano
Nome científico
Spathodea campanulata
Espatódea, Espatódia, Espatodea, Bisnagueira, Mijinho, Mijadeira, Tulipeira-do-gabão, Chama-da-floresta, Tulipeira, Árvore-de-bisnagas, Árvore-de-tulipas, Tulipeira-africana, Tulipeiro-africano

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Campomanesia phaea
Campomanesia phaea Cambuci, cambucizeiro [...]

 [...]
Calophyllum brasiliense
Calophyllum brasiliense Guanandi, Jacareúba, Ganandi,  [...]

A espécie vem sendo plantada com muito sucesso no Estado de São Paulo; como árvore nativa brasileira, já está reaproximando a fauna local, como demonstra os ninhos de pássaros que já escolheram árvore para nidificar.

O retorno financeiro de sua cultura é muito alto, facilmente percebido quando se sabe que, apesar de ter custos de plantio semelhantes ao do pinus e do eucalipto para corte, seu preço ultrapassa facilmente dezenas de vezes o destas madeiras de árvores não brasileiras.

O Guanandi também concorre em velocidade de crescimento, provavelmente, com a badalada Teca Indiana. Ao contrário desta última, O Guanandi aceita o clima mais rigoroso do sul e sudeste brasileiros, bem como se adapta muito bem à declividade.

O uso sustentável de sua madeira é considerado como a melhor alternativa ao uso predatório do Mogno e do Cedro; é considerada tão bonita e trabalhável quanto estas, sendo resistente e imputrecível.

As árvores plantadas de Guanandi não sofrem ataques de pragas - como a lagarta Hypsipyla grandella Zeller que ataca ao mogno e ao Cedro.

O plantio de cada árvore de Guanandi é capaz de economizar o corte predatório de muitas árvores amazônicas: o corte de um simples Mogno na amazônia, por exemplo, pode provocar a derrubada de até 30 outras árvores - dado que os Mognos, ao contrário dos Guanandis, não ocorrem em ajuntamentos.

Esta substituição provoca um efeito fantástico sobre a diminuição do aquecimento global a longo prazo, uma vez que compradores europeus, japoneses e americanos já começam a aceitar pagar mais caro por madeira de reflorestamento.

Além disto, o sistema radicular do Guanandi levanta o lençol freático, trazendo a água subterrânea para a superfície; ou seja, ele recupera e fertiliza os solos onde é plantado, ao contrário de algumas outras espécies muito utilizadas.

A madeira de Guanandi promete ser uma das mais importantes commodities [...]
Triplaris americana
Triplaris americana Pau-de-formiga, Pau-de-novato, [...]

Devido à sua copa colunar e beleza no florescimento e frutificação, é amplamente usada no paisagismo, sendo útil para arborização de ruas estreitas desprovidas de rede elétrica.

É muito útil também para recuperação de florestas ciliares.

O nome popular desta espécie é proveniente de sua associação com fomigas no ambiente natural, que constroem seus ninhos no tronco oco, protegendo assim as plantas de outros predadores. [...]
Eugenia uniflora
Eugenia uniflora Pitanga, Ibipitanga, Pitanga-c [...]

Ótima para ser saboreada após as refeições, a pitanga tem um sabor doce, com "fim de boca" levemente amargo, principalmente nos frutos não tão maduros.

A fruta é consumida naturalmente, colhida do pé, ou sob a forma de doces, geléias, sorvetes, ou utilizada em caipifrutas de pitanga, a chamada de "caipitanga".

Da pitanga se fazem ótimos remédios para diarréia de crianças, garrafadas e licores estimulantes. [...]
Solanum paniculatum
Solanum paniculatum Jurubeba, Jubeba, Juribebe, Ju [...]

Planta medicinal de sabor amargo, comum em quase todo o Brasil.

A infusão do seu caule e da sua raiz em álcool de cana (cachaça) é popularmente utilizada como aperitivo e como digestivo, como a conhecida Jurubeba Leão do Norte.[2]

Existem dois tipos de jurubeba: macho e fêmea.

Os usos indígenas de jurubeba são muito mal documentados, mas seu uso em medicamentos brasileiros foi bem descrito.

Jurubeba é listado como uma droga oficial na Pharmacopea Brasileira como um produto específico para anemia e para desordens de fígado e digestivas.

Em 1965, Dr. G. L. Cruz escreveu que "as raízes, folhas e frutas são usadas como um tônico e descongestionante.

Estimula as funções digestivas e reduz a inchação do fígado e baço. É um remédio para hepatites crônicas, febre de intermites, tumores uterinos e hidropisia".[3] [...]
Mangifera indica
Mangifera indica Manga, Mangueira [...]

As mangueiras necessitam de calor e períodos secos para poderem produzir bons frutos.

É a maior árvore frutífera do mundo, capaz de chegar a 100 metros.[2]

A manga ocupa o quinto lugar entre os frutos tropicais no mercado internacional; os quatro primeiros são banana, citros, abacaxi e castanha de caju (GALAN, 1993).

Até o presente momento, 94 países são produtores de manga, sendo uma das culturas mais cultivadas no mundo (SCHAFFER et al., 1994).[5] [...]
Crescentia cujete
Crescentia cujete Cuité, cuia, cuieira, cuieté,  [...]

Se você conhece o berimbau, então conhece o fruto da árvore cuité.

Seu fruto, depois de lavado e seco, é utilizado como caixa de ressonância em berimbaus (instrumento musical afro-brasileiro) e como recipiente para líquidos, incluindo o chimarrão.[4]

"Imaginar como as sociedades tradicionais viviam sem latas, embalagens de vidro, plástico, isopor e papel, só é possível sabendo que tinham um modo de vida não acumulativo, ou seja, coletavam e colhiam o que consumiam em um breve período de tempo.

É um exercício que possibilita entender o grau de utilidade de certas plantas e porque é difícil identificar a origem de algumas espécies, devido a sua dispersão.

É o caso desta árvore dos coitês, cujo fruto partido ao meio, como ilustra o desenho da viagem do naturalista A. R. Ferreira, depois de esvaziado fornece uma cuia, um coité ou um bowl natural."[4] [...]
Hippeastrum puniceum
Hippeastrum puniceum Açucena, açucena-laranja, amar [...]

 [...]
Schizolobium parahyba
Schizolobium parahyba Guapuruvu, Ficheira, Pataqueir [...]

O guapuruvu (Schizolobium parahyba) é uma árvore da família das fabáceas, notável pela sua velocidade de crescimento que pode atingir 3 metros por ano.

Foi inicialmente descrita por J. M. C. Vellozo em 1825 sob o nome de Cassia parahyba.

Guapuruvu é o simbolo da vale do Paraiba.[3]

A árvore atinge rapidamente boa altura, porém tem galhos frágeis que se quebram facilmente em ventanias. Em geral a árvore adulta morre após algumas dezenas de anos (40 a 50 anos).[2]

Quando em condições ambientais e de cultivo adequada, o guapuruvu é uma das espécies de mais rápido crescimento nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, impressionando pelo crescimento inicial e pela forma das plantas.[4] [...]
Cannabis sativa
Cannabis sativa Cânhamo, Maconha, Erva-de-sant [...]

Os primeiros registros históricos do uso da Cannabis sativa para fabricação de papel datam de 8000 anos a.C, na China. Depois os chineses descobriram e desenvolveram outras formas de uso da planta, principalmente para produção de artigos têxteis e medicina.

Mais tarde, outras sociedades, como os gregos, romanos, africanos, indianos e árabes também aproveitaram as qualidades da planta, fosse ela consumida como alimento, medicina, combustível, fibras ou fumo.

Entre os anos de 1000 a.C. até meados do século XIX, a maconha / cânhamo produziam a maior parte dos papéis, combustíveis, artigos textêis e sendo, dependendo da cultura que a utilizava, a primeira, segunda ou terceira medicina mais usada.

Sua grande importância histórica se deve ao fato da maconha ter a fibra natural mais resistente e forte do que todas as outras, podendo ser cultivada em praticamente qualquer tipo de solo.[19]

Proibida inicialmente nos EUA para controle social indireto de negros e mexicanos, a planta e seu uso recreativo e medicinal foi duramente combatida durante várias décadas, ora por interesses financeiros, ora por conta das milhares de suas utilizações, que competiam diretamente com indústrias e comércios estabelecidos.

Felizmente, pesquisas feitas durante as últimas décadas, por renomadas instituições científicas e pesquisadores, foram eliminando um por um os vários mitos criados por informações falsas e manipuladas pela mídia, colocando novamente o uso medicinal das inflorescências da Cannabis como fundamental tratamento para vários tipos de doenças, além de mais de 25 mil produtos e sub-produtos de toda a planta.

Hoje se sabe que os princípios ativos presentes na maconha tratam comprovadamente diversas doenças graves, como glaucoma, alguns tipos de câncer, inapetência, anorexia, diabetes, enjoos pós quimioterápicos etc.

Antigamente era necessário viajar para a Califórnia, Amsterdam, ou países c [...]

Tabebuia heptaphylla
Tabebuia heptaphylla Ipê roxo, Ipê rosa, Abroé, Gra [...]

Popularmente conhecida como ipê-roxo, é uma das espécies que vêm sendo estudadas por ser de alto valor econômico, considerando-se as finalidades de sua madeira e extrativos foliares, e pela diminuição preocupante do número de indivíduos que ainda são encontrados em áreas de ocorrência natural (ETTORI, 1996). [...]
Ficus carica
Ficus carica Figo, figueira, fícus, gamelei [...]

Embora seja originalmente do Mediterrâneo, o Figo (Ficus carica) é uma fruta cultivada em todo o mundo.

O látex extraído das folhas e frutos do figo são utilizados para o tratamento de vitiligo.

Por fornecerem alimentos a aves, símios, morcegos e outros animais dispersores de sementes, as figueiras têm importância na preservação das vegetações nativas tropicais e subtropicais.

Os figos caídos no solo e na água servem também de alimentos a vários outros animais, incluindo peixes e insetos.

O figo é uma fruta totalmente livre de gordura e com pouco sódio. Um único figo contém 20% das necessidades diária de fibra que devemos consumir, sendo 8,7g insolúveis e 3,5g solúveis.

As fibras da dieta ajudam a controlar o colesterol e a glicose e melhoram o funcionamento do intestino. Como se isso não bastasse, ele tem mais cálcio que qualquer outra fruta.

Os benefícios vão além das fibras e dos minerais. Ele também faz bem para os olhos, porque tem luteína e zeaxantina, pigmentos carotenóides que absorvem a luz ultravioleta que danifica a retina. [...]
Calophyllum brasiliense
Calophyllum brasiliense Guanandi, Jacareúba, Ganandi,  [...]

A espécie vem sendo plantada com muito sucesso no Estado de São Paulo; como árvore nativa brasileira, já está reaproximando a fauna local, como demonstra os ninhos de pássaros que já escolheram árvore para nidificar.

O retorno financeiro de sua cultura é muito alto, facilmente percebido quando se sabe que, apesar de ter custos de plantio semelhantes ao do pinus e do eucalipto para corte, seu preço ultrapassa facilmente dezenas de vezes o destas madeiras de árvores não brasileiras.

O Guanandi também concorre em velocidade de crescimento, provavelmente, com a badalada Teca Indiana. Ao contrário desta última, O Guanandi aceita o clima mais rigoroso do sul e sudeste brasileiros, bem como se adapta muito bem à declividade.

O uso sustentável de sua madeira é considerado como a melhor alternativa ao uso predatório do Mogno e do Cedro; é considerada tão bonita e trabalhável quanto estas, sendo resistente e imputrecível.

As árvores plantadas de Guanandi não sofrem ataques de pragas - como a lagarta Hypsipyla grandella Zeller que ataca ao mogno e ao Cedro.

O plantio de cada árvore de Guanandi é capaz de economizar o corte predatório de muitas árvores amazônicas: o corte de um simples Mogno na amazônia, por exemplo, pode provocar a derrubada de até 30 outras árvores - dado que os Mognos, ao contrário dos Guanandis, não ocorrem em ajuntamentos.

Esta substituição provoca um efeito fantástico sobre a diminuição do aquecimento global a longo prazo, uma vez que compradores europeus, japoneses e americanos já começam a aceitar pagar mais caro por madeira de reflorestamento.

Além disto, o sistema radicular do Guanandi levanta o lençol freático, trazendo a água subterrânea para a superfície; ou seja, ele recupera e fertiliza os solos onde é plantado, ao contrário de algumas outras espécies muito utilizadas.

A madeira de Guanandi promete ser uma das mais importantes commodities [...]
Eugenia uvalha
Eugenia uvalha Uvaia [...]

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Cocos nucifera
Cocos nucifera Coco, Coqueiro, Coco-da-bahia, [...]

Trazido pelos portugueses em 1553, proveniente do Cabo Verde, teve seu plantio inicial no estado da Bahia, espalhando-se posteriormente pelo litoral nordestino.

Com a chegada dos escravos de Moçambique, onde o aproveitamento do leite de coco e a feitura de pratos com o fruto já eram práticas comuns, é que se iniciou a criação dos pratos da tradicional culinária afro-brasileira.

É a única espécie classificada no gênero Cocos.

Em algumas partes do mundo, macacos treinados são usados na colheita do coco. Escolas de treinamentos para macacos ainda existem no sul da Tailândia. Todos os anos são realizadas competições para identificar o mais rápido colhedor.[6]

Atualmente utiliza-se a fibra da casca do fruto para obtenção de vasos e substratos para plantas, em substituição à fibra de xaxim. [...]
Triplaris americana
Triplaris americana Pau-de-formiga, Pau-de-novato, [...]

Devido à sua copa colunar e beleza no florescimento e frutificação, é amplamente usada no paisagismo, sendo útil para arborização de ruas estreitas desprovidas de rede elétrica.

É muito útil também para recuperação de florestas ciliares.

O nome popular desta espécie é proveniente de sua associação com fomigas no ambiente natural, que constroem seus ninhos no tronco oco, protegendo assim as plantas de outros predadores. [...]
Cybistax antisyphilitica
Cybistax antisyphilitica Ipê-verde [...]

Estudos científicos comprovaram a eficácia do extrato de ipê-verde contra a larva do mosquito Aedes aegypti, que é o principal transmissor da dengue.

Árvore medicinal, excelente para plantio em calçadas ou recuperação de áreas degradadas, praças, parques, jardins, avenidas e ruas, principalmente as estreitas. [...]
Vellozia squamata
Vellozia squamata Canela-de-ema [...]

Planta que só é encontrada no bioma Cerrado e cujo nome está associado às semelhanças com as Emas.

Os caules são dispostos de modo semelhante à distribuição dos dedos do animal e os tufos de folhas da planta, lembram as penas da ave.[2] [...]
Juglans regia
Juglans regia Nogueira, Noz, Noz-caucasiana, [...]

Nozes são utilizadas em várias receitas culinárias, principalmente na época de Natal.

Atualmente são muitas as "cultivares" desenvolvidas pela tecnologia genética, exatamente para aclimatá-las a outros ambientes.[6] [...]
Prunus persica
Prunus persica Pêssego, pessegueiro [...]

Os pêssegos são muito apreciados como alimento. [...]

  



Observar a LUA ajuda a marcar, através de seus ciclos, etapas de plantio, cultivo e colheita.


Lua NOVA :: Semeadura / plantio de tudo o que cresce acima da terra. Corte de bambu para a construção. Colheita e plantio de raízes, tubérculos, rizomas e bulbos. PODAS gerais para a produção de matéria seca.

Lua CRESCENTE :: A seiva sobe para as folhas, concentrando nos talos e ramos. Plantio de tudo o que cresce acima da terra (ex: tomate, laranja, alface, milho, soja etc). Colheita de folhas (medicinais) e, pouco antes da lua cheia, colheita de cereais. PODAS com maior produção de biomassa para adubo verde. Final da crescente: corte de madeira para lenha.

Lua CHEIA :: Seiva nas folhas - maior luminosidade lunar. Colheita de flores, frutos e folhas. Plantio de flores, frutos e folhas. Deve-se evitar mexer muito nas plantas, limitando-se a retirar folhas secas e galhos. PODAS com maior produção de biomassa para adubo verde. Perto da lua cheia, as plantas estão com seus aromas potencializados, atraindo animais.

Lua MINGUANTE :: A seiva desce para as raízes. Ideal para plantio / semeadura de tudo o que cresce abaixo da terra (ex: alho, cenoura, cebola, mandioca, batata, rabanete etc). Podas / corte de árvores e bambus. Pouco antes da lua nova, ideal para colheita de sementes. Dê preferência para intercalar adubações de 15 em 15 dias, sendo uma durante o último quarto minguante.



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Últimos comentários publicados nas fichas de espécies do Banco de Plantas Notáveis:

Lavandula angustifolia
Anderson Porto / RJ (11/04/2019 18:26)
Angustifolia = com folhas estreitas.
Lavandula angustifolia
Zea mays
Anderson Porto / RJ (09/04/2019 16:07)
Dobra-se o pé de milho quando seco para que a água de chuva não acumule dentro da espiga e apodreça os grãos. Mas hoje acredito que somente em certas regiões ou sítios ainda se usa essa técnica, em plantações comerciais as espigas mesmos com pouca umidade são colhidas por máquinas e levadas em máquinas para total eliminação da água antes da venda.
Zea mays
Spathodea campanulata
Anderson Porto / RJ (21/03/2019 18:06)
Essa história da espatódea X beija-flores é como um *mito urbano*, mas já fez com que essas árvores fossem erradicadas em algumas cidades.
Quem jogou a *última pá de cal* sobre isso foi o ornitólogo Johan Dalgas Frisch, no seu livro *O Jardim dos Beija-Flores*, que ganhei há tempos e recomendo.
Spathodea campanulata
Dysphania ambrosioides
Anderson Porto / RJ (12/12/2018 12:28)
Percebemos que a Dysphania ambrosioides, que é o mastruz, possui efeito antileishmania, ela diminui as infecções nas células infectadas, tanto na leishmaniose cutânea, que são as feridas na pele, quanto na leishmaniose visceral, que é o calazar", declara a pesquisadora. Também foi percebido que a planta diminui a infecção do Trypanosoma cruzi, que é o parasita responsável pela doença de Chagas. "Então, o mastruz foi bem eficiente contra esses três parasitas."
Dysphania ambrosioides
Tulbaghia violacea
Anderson Porto / RJ (11/09/2018 22:44)
O sabor de alho é muito forte nas folhas modiscadas e o aroma permanece nas mãos durante um bom tempo. Usada como tempero não fica muito forte.
Tulbaghia violacea
Cymbopogon nardus
Anderson Porto / RJ (02/05/2018 22:30)
As folhas são usadas como tempero em curry, sopas, etc.
O centro branco das hastes suculentas é usado para dar um sabor ao curry.
Um chá aromático pode ser obtido das folhas.
Um óleo essencial é obtido da planta. Este óleo contém geraniol, citral e citronelal. É muito usado pela indústria alimentícia para dar sabor a uma ampla gama de alimentos. O Citral pode ser usado para imitar sabores de maçã, limão, morango e baunilha.
As folhas são antiespasmódicas, diaforéticas, digestivas e estimulantes. Uma infusão das folhas é usada para tratar espasmos de diarréia. Uma infusão das folhas, com bebidas alcoólicas ou doces, é usada para tratar resfriados.
Cymbopogon nardus
Xanthosoma sagittifolium
Anderson Porto / RJ (26/03/2018 22:14)
A forma mais confiável de reconhecer as *taiobas* comestíveis é reconhecer uma cerosidade parecida com um talco, por cima do talo. Em botânica é chamada de *pruína*. Todas as comestíveis tem esse *pozinho* por cima do talo, que também é comestível (deve ser descascado e cortado em pedaços).
Xanthosoma sagittifolium
Tradescantia pallida
Anderson Porto / RJ (23/02/2018 23:33)
Não é uma boa ideia então consumí-la em locais que tenham muita poluição.
Tradescantia pallida
Azadirachta indica
Anderson Porto / RJ (16/02/2018 13:46)
Não são os indivíduos que morrem, são as crias. O enxame definha pois não tem mais abelhas nascendo. As abelhas fazem as células de berçário, nessas células é colocado a papa larval (feita de pólen) onde a abelha rainha faz a postura do ovo, onde irá eclodir e sair um embrião que irá se alimentar dessa papa larval (ou seja, do pólen). Ela não chega nem a virar pupa, vai morrer pois se alimentou dessa papa com pólen de nim.

Sem nascer mais abelhas, as velhas vão morrendo e não nascem novas, a média de vivência ver uma abelha são 50 dias. Após este período o enxame esta praticamente morto, não tendo mais indivíduos não tem como a abelha rainha ser alimentada, pois só as nutrizes fazem isso, as abelhas mais novas.

Os grãos de pólen coletados do nim, junto a outras floradas no mesmo pote, contamina todos os grãos, pela toxidade do nim.

Espécies afetadas: meliponas e Scaptotrigonas.
Azadirachta indica
Annona squamosa
Anderson Porto / RJ (15/02/2018 20:07)
Aqui é Cukoralma (Tsúkor ólmó foneticamente, húngaro)
- cukor = açúcar
- alma = maçã.
Annona squamosa
Myracrodruon urundeuva
Anderson Porto / RJ (29/01/2018 22:59)
Grato pela observação, Elimar!
Myracrodruon urundeuva
Thevetia neriifolia
Anderson Porto / RJ (11/12/2017 18:48)
(Introdução) Outra jeito de uso é na forma de um pingente duplo, com as duas sementes unidas, penduradas num colar.
Thevetia neriifolia
Calotropis procera
Anderson Porto / RJ (09/08/2017 12:59)
O controle só é eficaz se as plantas forem arrancadas totalmente (pelas raízes) ou por meio de corte raso seguido de aplicação de herbicida. O simples corte promove perfilhamento, amplificando o problema.
Calotropis procera
Luffa aegyptiaca
Anderson Porto / RJ (16/07/2017 19:39)
(Utilização) Aqui em casa tenho experimentado lavar a louça com bucha vegetal. Gostei!
Luffa aegyptiaca
Solanum lycopersicum
Anderson Porto / RJ (15/04/2017 22:07)
O melhoramento genético de hortaliças, como o tomateiro, trouxe um significativo aumento na produtividade. No entanto, as plantas se tornaram mais suscetíveis às pragas e mais exigentes em nutrientes.

Com isso, só é possível cultivar a maioria dos tomates com intensos cuidados, o que inviabiliza cultivo caseiro das variedades mais comuns de serem encontradas nos supermercados.

Sorte que a maioria dos tomates do tipo cereja não sofreu a pressão do melhoramento e ainda mantém uma boa capacidade de resistir às pragas e até se desenvolver bem sem muitos cuidados, como o da foto, cultivado em vaso.
Solanum lycopersicum
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