Rubus spp.
Rubus spp. Amora, Amora-preta [...]

A amora-preta pertence à família Rosacea e, gênero Rubus, sendo conhecidas mais de trezentas espécies (Santos et al., 1997).

As espécies de amora-preta apresentam grande variabilidade quanto às características morfológicas e organolépticas dos frutos, hábito de crescimento das plantas, adaptação aos agroecossistemas e exigências climáticas.[3]

Sobre o ""Chá da folha de amora tem 22 vezes mais cálcio que o leite, diz estudo."", a informação não é verdadeira.

O leite tem 125mg a cada 100 g (USDA).

A quantidade de cálcio presente nas folhas de amoreira frescas é de 380 a 786 mg em cada 100 g. Nas folhas secas, entre 786 e 2.226 mg em cada 100 g do pó dessas folhas.

- Folha fresca = 2,5 vezes mais cálcio; comparada com o leite.
- Folha seca = 7,5 vezes.[4] [...]


Brunfelsia uniflora - Manacá-de-cheiro
Nome científico
Brunfelsia uniflora
Manacá-de-cheiro
Eryngium coronatum - Coentrão, Coentro-baiano, Coentro-bravo, Coentro-maranhão, Coentro-de-espinho, Coentro-selvagem, Coentro-do-nordeste
Nome científico
Eryngium coronatum
Coentrão, Coentro-baiano, Coentro-bravo, Coentro-maranhão, Coentro-de-espinho, Coentro-selvagem, Coentro-do-nordeste
Vitex agnus-castus - Vitex, Alecrim de Angola, Agnocasto, Árvore-da-castidade, Pimenta-de-monge
Nome científico
Vitex agnus-castus
Vitex, Alecrim de Angola, Agnocasto, Árvore-da-castidade, Pimenta-de-monge
Eugenia selloi - Pitangatuba, Pitangão, Pitangão-amarelo, Pitangola
Nome científico
Eugenia selloi
Pitangatuba, Pitangão, Pitangão-amarelo, Pitangola
Maranta arundinacea - Araruta, agutingue-pé, araruta-caixulta, araruta comum, araruta-palmeira, embiri
Nome científico
Maranta arundinacea
Araruta, agutingue-pé, araruta-caixulta, araruta comum, araruta-palmeira, embiri
Xanthosoma sagittifolium - Taioba, Orelha-de-efefante, Macabo, Mangarás, Mangará-mirim, Mangareto, Mangarito, Yautia, Taiá
Nome científico
Xanthosoma sagittifolium
Taioba, Orelha-de-efefante, Macabo, Mangarás, Mangará-mirim, Mangareto, Mangarito, Yautia, Taiá
Petroselinum crispum - Salsa, salsinha, salsa-crespa, salsa-de-cheiro, salsa-hortense
Nome científico
Petroselinum crispum
Salsa, salsinha, salsa-crespa, salsa-de-cheiro, salsa-hortense
Spondias dulcis - Cajá, Cajá-manga, Cajámanga, Cajarana, Taberebá-do-sertão, Cajá-anão, Ambarella
Nome científico
Spondias dulcis
Cajá, Cajá-manga, Cajámanga, Cajarana, Taberebá-do-sertão, Cajá-anão, Ambarella
Moringa oleifera - Moringa, baqueta, noz-de-ben, nux-bem, acácia-branca, cedro, moringueiro, quiabo-de-quina
Nome científico
Moringa oleifera
Moringa, baqueta, noz-de-ben, nux-bem, acácia-branca, cedro, moringueiro, quiabo-de-quina
Vitis vinifera - Uva, Parreira, Videira
Nome científico
Vitis vinifera
Uva, Parreira, Videira
Vitex agnus-castus - Vitex, Alecrim de Angola, Agnocasto, Árvore-da-castidade, Pimenta-de-monge
Nome científico
Vitex agnus-castus
Vitex, Alecrim de Angola, Agnocasto, Árvore-da-castidade, Pimenta-de-monge
Lactuca canadensis - Almeirão-roxo, Almeirão-de-árvore, Chicória-amarga, Radi
Nome científico
Lactuca canadensis
Almeirão-roxo, Almeirão-de-árvore, Chicória-amarga, Radi
Coffea canephora - Café, Café Conilon, Café Robusta
Nome científico
Coffea canephora
Café, Café Conilon, Café Robusta
Ipomoea batatas - Batata-doce
Nome científico
Ipomoea batatas
Batata-doce
Aloe vera - Babosa, Aloé, Babosa-grande, Babosa-medicinal, Erva-de-azebre, Caraguatá, Caraguatá-de-jardim
Nome científico
Aloe vera
Babosa, Aloé, Babosa-grande, Babosa-medicinal, Erva-de-azebre, Caraguatá, Caraguatá-de-jardim
Manihot utilissima - Aipim, Macaxeira, Mandioca-doce, Maniva
Nome científico
Manihot utilissima
Aipim, Macaxeira, Mandioca-doce, Maniva
Lippia alba
Lippia alba Erva-Cidreira-Brasileira, Alec [...]

A Lippia alba é uma planta medicinal nativa da América do Sul muito utilizada pela sua propriedade calmante.

Conhecida popularmente como erva cidreira e utilizada na medicina popular como analgésica, febrífuga, antiinflamatória, antigripal e nas afecções hepáticas.
 [...]

Euphorbia umbellata
Euphorbia umbellata Leiteiro, Janaúba, Tiborna, Co [...]

Muito utilizada como cerca viva no Quênia.[3]

Essa planta tem sido usada popularmente para tratamento de verrugas e diversos tipos de câncer, há relatos de intoxicação e efeitos colaterais; provavelmente pela dosagem inadequada, toxidade do látex, alergia ou confusão com outra espécie de planta (existe outra planta nativa do Brasil popularmente conhecida como Janaúba).

Há alguns estudos sobre o uso terapêutico dessa planta.[4]

O látex pode ser manipulado com as mãos sem necessidade de nenhuma proteção.[10]

Segundo identificação de Celso do Lago Paiva a espécie apresentada na foto é a Euphorbia pereskiifolia ( = Synadenium carinatum). PLANTA TÓXICA E CARCINOGÊNICA ( CANCERÍGENA). NÃO É planta medicinal.[11] [...]

Alcantarea imperialis
Alcantarea imperialis Bromélia imperial, Bromélia gi [...]

Deve ser cultivada em grupos formando arranjos com pedras ou em vasos. [...]

Medinilla magnifica
Medinilla magnifica Orquídea-da-Malásia, Medinila, [...]

É uma epífita, o que significa que também pode crescer aninhada em pequenos bolsões entre os galhos das árvores.

O enorme cacho de flores rosa que pendem das hastes podem crescer até 30 centímetros. As flores atraem abelhas e borboletas.[3]

Por ser uma planta vistosa, mas ainda rara e exótica, causa impacto aos espectadores de sua beleza e tem sido utilizada em jardins contemporâneos e tropicais.[2] [...]

Solanum americanum
Solanum americanum Maria-preta, Maria-pretinha, A [...]

A Solanum americanum, popularmente conhecida como maria-pretinha, é uma erva daninha pertencente à família das solanáceas nativa das Américas com ocorrência entre o sudoeste dos Estados Unidos da América e o sul do Peru e do Paraguai, sendo uma planta muito comum no Brasil.

Apesar de possuir bagas comestíveis, com valor medicinal, deve ser ingeridos com prudência, pois os seu frutos negros podem ser confundidos com os da beladona, planta de elevado grau de toxicidade.

A espécie encontra-se naturalizada em todas as regiões tropicais e subtropicais, sendo considerada por alguns autores como nativa do Hawaii ou pelo menos como uma introdução remota, provavelmente devida aos povos polinésios. É usada como planta medicinal nos Camarões, Quénia, Hawaii, Panamá, Serra Leoa e Tanzânia.[3]

Os frutos verdes são tóxicos, possuem um princípio ativo chamado alcalóide indólico.[4]

É considerada como planta daninha, infestando lavouras, pomares, cafezais, jardins e terrenos baldios.[4] [...]


Lagerstroemia indica - Resedá, Extremosa, Estremosa, Escumilha, Árvore-de-júpiter, Julieta, Flor-de-merenda-vermelha, Suspiros, Mumiquilho, Minerva, Loucura
Nome científico
Lagerstroemia indica
Resedá, Extremosa, Estremosa, Escumilha, Árvore-de-júpiter, Julieta, Flor-de-merenda-vermelha, Suspiros, Mumiquilho, Minerva, Loucura
Araucaria angustifolia - Araucária, Pinheiro-do-paraná, Pinheiro-brasileiro, Pinheiro-caiová, Pinheiro-das-missões, Pinheiro-são-josé, Curi
Nome científico
Araucaria angustifolia
Araucária, Pinheiro-do-paraná, Pinheiro-brasileiro, Pinheiro-caiová, Pinheiro-das-missões, Pinheiro-são-josé, Curi
Luffa aegyptiaca - Bucha, Bucha-vegetal, Bucha-dos-paulistas, Bucha-dos-pescadores, Esfregão, Fruta-cocta, Fruta-dos-paulistas, Gombô-grande, Mamalongo, Quingombô-grande
Nome científico
Luffa aegyptiaca
Bucha, Bucha-vegetal, Bucha-dos-paulistas, Bucha-dos-pescadores, Esfregão, Fruta-cocta, Fruta-dos-paulistas, Gombô-grande, Mamalongo, Quingombô-grande
Rubus spp. - Amora, Amora-preta
Nome científico
Rubus spp.
Amora, Amora-preta
Gymnanthemum amygdalinum - Boldo-africano, Boldo-baiano, Estomalina, Alumã, Boldo-de-indio, Figatil, Oro, Erva-de-batuqueiro, Caferana, Boldo-de-árvore
Nome científico
Gymnanthemum amygdalinum
Boldo-africano, Boldo-baiano, Estomalina, Alumã, Boldo-de-indio, Figatil, Oro, Erva-de-batuqueiro, Caferana, Boldo-de-árvore
Schellolepis persicifolia - Samambaia-chorona
Nome científico
Schellolepis persicifolia
Samambaia-chorona
Ocimum basilicum - Manjericão, alfavaca, manjericão-de-folha-larga, basílico-grande, erva-real, manjericão-anão, manjericão-branco, manjericão-doce, segurelha, mangericão
Nome científico
Ocimum basilicum
Manjericão, alfavaca, manjericão-de-folha-larga, basílico-grande, erva-real, manjericão-anão, manjericão-branco, manjericão-doce, segurelha, mangericão
Guzmania lingulata - Bromélia Guzmania
Nome científico
Guzmania lingulata
Bromélia Guzmania
Dysphania ambrosioides - Erva-de-santa-maria, Ambrósia, Ambrósia-do-méxico, Ambrosina, Anserina-vermífuga, Apazote, Caacica, Canudo, Chá-da-espanha, Chá-do-méxico, Chá-dos-jesuítas, Cravinho-do-campo, Cravinho-do-mato, Erva-ambrosia, Erva-das-cobras, Erva-de-bicho, Erva-do-méxico, Erva-formiga, Erva-formigueira, Erva-lombrigueira, Erva-mata-pulga, Erva-pomba-rola, Erva-santa, Erva-vomiqueira, Lombrigueira, Mastruço, Mastruz, Mata-cabra, Mata-cobra, Mata-pulgas, Matruz, Menstruço, Mentraz, Mentrei, Mentrusto, Mentruz, Pacote, Quenopódio, Trevo-de-santa-luzia, Uzaidela
Nome científico
Dysphania ambrosioides
Erva-de-santa-maria, Ambrósia, Ambrósia-do-méxico, Ambrosina, Anserina-vermífuga, Apazote, Caacica, Canudo, Chá-da-espanha, Chá-do-méxico, Chá-dos-jesuítas, Cravinho-do-campo, Cravinho-do-mato, Erva-ambrosia, Erva-das-cobras, Erva-de-bicho, Erva-do-méxico, Erva-formiga, Erva-formigueira, Erva-lombrigueira, Erva-mata-pulga, Erva-pomba-rola, Erva-santa, Erva-vomiqueira, Lombrigueira, Mastruço, Mastruz, Mata-cabra, Mata-cobra, Mata-pulgas, Matruz, Menstruço, Mentraz, Mentrei, Mentrusto, Mentruz, Pacote, Quenopódio, Trevo-de-santa-luzia, Uzaidela
Combretum indicum - Jasmin-indiano, Jasmin-da-Índia, Quisqual, Piscuala, Quiscualis, Arbusto-milagroso, Madagascar
Nome científico
Combretum indicum
Jasmin-indiano, Jasmin-da-Índia, Quisqual, Piscuala, Quiscualis, Arbusto-milagroso, Madagascar
Eugenia selloi - Pitangatuba, Pitangão, Pitangão-amarelo, Pitangola
Nome científico
Eugenia selloi
Pitangatuba, Pitangão, Pitangão-amarelo, Pitangola
Harpagophytum procumbens - Garra-do-diabo
Nome científico
Harpagophytum procumbens
Garra-do-diabo
Calycophyllum spruceanum - Pau-mulato, pau-mulato-da-várzea, mulateiro, mulateiro-da-várzea, escorrega-macaco, pau-marfim, capirona.
Nome científico
Calycophyllum spruceanum
Pau-mulato, pau-mulato-da-várzea, mulateiro, mulateiro-da-várzea, escorrega-macaco, pau-marfim, capirona.
Ochna kirkii - Planta do Mickey Mouse[1],
Nome científico
Ochna kirkii
Planta do Mickey Mouse[1],
Moringa oleifera - Moringa, baqueta, noz-de-ben, nux-bem, acácia-branca, cedro, moringueiro, quiabo-de-quina
Nome científico
Moringa oleifera
Moringa, baqueta, noz-de-ben, nux-bem, acácia-branca, cedro, moringueiro, quiabo-de-quina
Eichhornia crassipes - Aguapé, jacinto d`água, gigoga, mururé, camalote, rainha-dos-lagos,
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Eichhornia crassipes
Aguapé, jacinto d`água, gigoga, mururé, camalote, rainha-dos-lagos,

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Aloe aristata
Aloe aristata Aloe [...]

Facílima de cultivar em vasos pequenos.

Esta suculenta não gosta de muito sol direto. Prefere umas 4 horas de sol, desenvolve muitas raízes e para ficar bonita precisa de adubação a cada duas luas cheias.

 [...]
Schinus terebinthifolius
Schinus terebinthifolius Aroeira, Aroeira-vermelha, Aro [...]

É encontrada desde o Ceará até o Rio Grande do Sul, sendo uma árvore típica das caatingas nordestinas.

Ocorre nos capões das florestas estacionais semideciduais, frequente nas capoeiras das encostas, beiras de rios e nos campos, como invasora de áreas abandonadas.[3]

Pesquisadores descobriram que a planta tem propriedades que podem combater infecções letais e frear a multiplicação de superbactérias dentro do organismo.[5] [...]
Catharanthus roseus
Catharanthus roseus Maria-sem-vergonha, Vinca, Boa [...]

C. roseus foi descoberta primeiramente pelos europeus, sendo denominada errôneamente de vinca ou mirta.

Esse erro foi corrigido, e C. roseus foi reclassificada para gênero Catharanthus.

A correta descrição e colocação taxonômica deve-se a G. Don, pesquisador que a coletou, estudou e tirou as conclusões que se tratava de uma espécie do gênero Catharanthus.

C. roseus possui vários sinôminos entre eles Vinca roseua (Basinômino), Lochnera rosea e Ammocallis rosea.

Pela produção de carpelos (flores e frutos completos), é considerada uma Angiosperma.

C. roseus é uma planta muito estudada pela medicina, devido ao fato de esta planta conter alcalóides bisindólicos, que acumulam-se nas folhas da planta e que são usados para tratamento de vários tipos de cânceres, diabetes e também possui propriedades anti-inflamatórias.

Ela é considerada uma planta tóxica e por isso não deve ser consumida.[4]

Planta muito rústica e pouco exigente, com delicadas flores simples, róseas, com o centro de tonalidade mais forte.

Muitas vezes surge até como planta espontânea nos jardins.[6]

Na natureza selvagem esta espécie encontra-se em processo de extinção, isso deve-se ao processo de destruição do habitat pela queima com objetivo de aumentar áreas para agricultura.

Mesmo assim, a vinca-de-madagáscar é cultivada em muitas regiões que apresentam clima tropical e subtropical, ocorrendo um processo de naturalização a estes novos lugares.

C. roseus é uma planta muito estudada pela medicina, devido ao fato de esta planta conter alcalóides bisindólicos, que acumulam-se nas folhas da planta e que são usados para tratamento de vários tipos de cânceres, diabetes e também possui propriedades anti-inflamatórias.

 [...]
Persea americana
Persea americana Abacate, abacateiro [...]

Seus frutos são ótimos para saladas, sorvetes e vitaminas.

Além disso, possui uma importante gordura, chamado de gordura HDL (ou bom colesterol) que ajuda a desobstruir as artérias e veias de nosso corpo.

Das suas folhas podemos fazer chá para aumento da freqüência (aumento no total diário) de micções.

O abacate contém uma grande quantidade de gordura vegetal, principalmente ácido graxo monosaturado, cuja ação é de eliminar as poliproteínas de alta densidade, que têm o efeito de manter e acumular o colesterol.

Por ser rico neste tipo de gordura HDL, o abacate tem ação anticolesterol, promovendo a limpeza do sangue.

É ainda uma fonte de proteína vegetal e um alimento construtor que participa na formação das estruturas do corpo (músculos, osso, sangue, órgãos e vísceras), portanto ajuda no crescimento e desenvolvimento corporal.

A cor amarelo-esverdeado da fruta deve-se à presença de clorofila e e carotenóides (pró-vitamina A e antioxidante).

Exerce ação sobre o fígado, rins, aparelho digestivo.

Ajuda a combater os transtornos do reumatismo, artrite e gota. [...]
Gochnatia polymorpha
Gochnatia polymorpha Cambará, Cambará-do-mato, Camb [...]

Os estudos iniciaram há três anos e, há alguns dias [dados cadastrados em 14/10/2010], chegaram a uma importante etapa, foi comprovado cientificamente o que os leigos já suspeitavam muitos anos atrás: a folha do cambará tem poder contra problemas abdominais e respiratórios. [...]
Calophyllum brasiliense
Calophyllum brasiliense Guanandi, Jacareúba, Ganandi,  [...]

A espécie vem sendo plantada com muito sucesso no Estado de São Paulo; como árvore nativa brasileira, já está reaproximando a fauna local, como demonstra os ninhos de pássaros que já escolheram árvore para nidificar.

O retorno financeiro de sua cultura é muito alto, facilmente percebido quando se sabe que, apesar de ter custos de plantio semelhantes ao do pinus e do eucalipto para corte, seu preço ultrapassa facilmente dezenas de vezes o destas madeiras de árvores não brasileiras.

O Guanandi também concorre em velocidade de crescimento, provavelmente, com a badalada Teca Indiana. Ao contrário desta última, O Guanandi aceita o clima mais rigoroso do sul e sudeste brasileiros, bem como se adapta muito bem à declividade.

O uso sustentável de sua madeira é considerado como a melhor alternativa ao uso predatório do Mogno e do Cedro; é considerada tão bonita e trabalhável quanto estas, sendo resistente e imputrecível.

As árvores plantadas de Guanandi não sofrem ataques de pragas - como a lagarta Hypsipyla grandella Zeller que ataca ao mogno e ao Cedro.

O plantio de cada árvore de Guanandi é capaz de economizar o corte predatório de muitas árvores amazônicas: o corte de um simples Mogno na amazônia, por exemplo, pode provocar a derrubada de até 30 outras árvores - dado que os Mognos, ao contrário dos Guanandis, não ocorrem em ajuntamentos.

Esta substituição provoca um efeito fantástico sobre a diminuição do aquecimento global a longo prazo, uma vez que compradores europeus, japoneses e americanos já começam a aceitar pagar mais caro por madeira de reflorestamento.

Além disto, o sistema radicular do Guanandi levanta o lençol freático, trazendo a água subterrânea para a superfície; ou seja, ele recupera e fertiliza os solos onde é plantado, ao contrário de algumas outras espécies muito utilizadas.

A madeira de Guanandi promete ser uma das mais importantes commodities [...]
Cocos nucifera
Cocos nucifera Coco, Coqueiro, Coco-da-bahia, [...]

Trazido pelos portugueses em 1553, proveniente do Cabo Verde, teve seu plantio inicial no estado da Bahia, espalhando-se posteriormente pelo litoral nordestino.

Com a chegada dos escravos de Moçambique, onde o aproveitamento do leite de coco e a feitura de pratos com o fruto já eram práticas comuns, é que se iniciou a criação dos pratos da tradicional culinária afro-brasileira.

É a única espécie classificada no gênero Cocos.

Em algumas partes do mundo, macacos treinados são usados na colheita do coco. Escolas de treinamentos para macacos ainda existem no sul da Tailândia. Todos os anos são realizadas competições para identificar o mais rápido colhedor.[6]

Atualmente utiliza-se a fibra da casca do fruto para obtenção de vasos e substratos para plantas, em substituição à fibra de xaxim. [...]
Talisia esculenta
Talisia esculenta Pitomba, Pitombeira, Pitomba-d [...]

Muito rica em Vitamina C, não é usada em preparações culinárias. Os frutos maduros são consumidos ao natural ou podem ser usados no preparo de licor.

A pitomba é comum nos estados setentrionais do nordeste, onde é vendida em cachos atados em feixe. [...]
Scutia buxifolia
Scutia buxifolia Coronilha, Canela-de-espinho,  [...]

Muito conhecida no Brasil, principalmente nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Principalmente no Rio Grande do Sul, onde sua vegetação é intensíssima.

Conhecida também como espinho-de-touro.

Existem outras variedades como a acutifólia, arenícola e obtusifólia. [...]
Cybistax antisyphilitica
Cybistax antisyphilitica Ipê-verde [...]

Estudos científicos comprovaram a eficácia do extrato de ipê-verde contra a larva do mosquito Aedes aegypti, que é o principal transmissor da dengue.

Árvore medicinal, excelente para plantio em calçadas ou recuperação de áreas degradadas, praças, parques, jardins, avenidas e ruas, principalmente as estreitas. [...]

Mimosa scabrella
Mimosa scabrella Bracatinga, Aabracaatinga, abr [...]

Ao chegarem à região de Curitiba, capital paranaense, os primeiros colonizadores se depararam com vastas áreas ocupadas por uma árvore esguia e alta, que brotava naturalmente do solo e cobria harmonicamente o relevo montanhoso da região.

Aos poucos, os colonizadores descobriram que a árvore, conhecida como Bracatinga (Mimosa scabrella), tinha como umas das suas principais virtudes oferecer excelente lenha para o aquecimento dos lares nos rigorosos invernos da região.

Aquilo que foi atestado, na prática, pelos colonizadores do Paraná hoje se comprova cientificamente: a Bracatinga abriga, no seu fino caule, uma verdadeira “usina térmica”.

A Bracatinga apresenta uma capacidade de armazenamento da energia solar superior à de outras árvores, como Pinus e Eucalipto. [...]
Spondias mombin
Spondias mombin Cajá-mirim, Acaíba, Taperebá,  [...]

O fruto da cajazeira é conhecido no Brasil com os seguintes nomes: cajá, cajá-mirim, taperebá e cajá verdadeiro.

Nas diversas regiões produtoras, os frutos são comercializados em feiras livres e beiras de estradas, juntamente com outras frutas regionais. Entretanto a maior parte da produção é vendida para as agroindústrias regionais. [4]

O chá de suas folhas vem sendo utilizado há bastante tempo, por suas propriedades anti-viróticas, notadamente contra o vírus da herpes simples e da herpes dolorosa, sem registros de efeitos colaterais.

Estudos relatam que a planta é rica em polifenóis que apresentam atividades farmacológicas, destacando-se as atividades antiviróticas.[9] [...]
Campomanesia phaea
Campomanesia phaea Cambuci, cambucizeiro [...]

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Persea americana
Persea americana Abacate, abacateiro [...]

Seus frutos são ótimos para saladas, sorvetes e vitaminas.

Além disso, possui uma importante gordura, chamado de gordura HDL (ou bom colesterol) que ajuda a desobstruir as artérias e veias de nosso corpo.

Das suas folhas podemos fazer chá para aumento da freqüência (aumento no total diário) de micções.

O abacate contém uma grande quantidade de gordura vegetal, principalmente ácido graxo monosaturado, cuja ação é de eliminar as poliproteínas de alta densidade, que têm o efeito de manter e acumular o colesterol.

Por ser rico neste tipo de gordura HDL, o abacate tem ação anticolesterol, promovendo a limpeza do sangue.

É ainda uma fonte de proteína vegetal e um alimento construtor que participa na formação das estruturas do corpo (músculos, osso, sangue, órgãos e vísceras), portanto ajuda no crescimento e desenvolvimento corporal.

A cor amarelo-esverdeado da fruta deve-se à presença de clorofila e e carotenóides (pró-vitamina A e antioxidante).

Exerce ação sobre o fígado, rins, aparelho digestivo.

Ajuda a combater os transtornos do reumatismo, artrite e gota. [...]
Ficus carica
Ficus carica Figo, figueira, fícus, gamelei [...]

Embora seja originalmente do Mediterrâneo, o Figo (Ficus carica) é uma fruta cultivada em todo o mundo.

O látex extraído das folhas e frutos do figo são utilizados para o tratamento de vitiligo.

Por fornecerem alimentos a aves, símios, morcegos e outros animais dispersores de sementes, as figueiras têm importância na preservação das vegetações nativas tropicais e subtropicais.

Os figos caídos no solo e na água servem também de alimentos a vários outros animais, incluindo peixes e insetos.

O figo é uma fruta totalmente livre de gordura e com pouco sódio. Um único figo contém 20% das necessidades diária de fibra que devemos consumir, sendo 8,7g insolúveis e 3,5g solúveis.

As fibras da dieta ajudam a controlar o colesterol e a glicose e melhoram o funcionamento do intestino. Como se isso não bastasse, ele tem mais cálcio que qualquer outra fruta.

Os benefícios vão além das fibras e dos minerais. Ele também faz bem para os olhos, porque tem luteína e zeaxantina, pigmentos carotenóides que absorvem a luz ultravioleta que danifica a retina. [...]
Spondias tuberosa
Spondias tuberosa Umbu, Umbuzeiro, Ambu, Giqui,  [...]

Árvore símbolo da Bahia, o umbuzeiro é uma planta protegida por lei, quem pratica derrubada fica sujeito à punição.

O umbuzeiro foi batizado por Euclides da Cunha em, Os Sertões, como uma árvore sagrada da caatinga. Graciliano Ramos também o descreve em Infância e Gilberto Freyre disseminou a receita de um doce de calda preparado com umbu verde. [...]
Cocos nucifera
Cocos nucifera Coco, Coqueiro, Coco-da-bahia, [...]

Trazido pelos portugueses em 1553, proveniente do Cabo Verde, teve seu plantio inicial no estado da Bahia, espalhando-se posteriormente pelo litoral nordestino.

Com a chegada dos escravos de Moçambique, onde o aproveitamento do leite de coco e a feitura de pratos com o fruto já eram práticas comuns, é que se iniciou a criação dos pratos da tradicional culinária afro-brasileira.

É a única espécie classificada no gênero Cocos.

Em algumas partes do mundo, macacos treinados são usados na colheita do coco. Escolas de treinamentos para macacos ainda existem no sul da Tailândia. Todos os anos são realizadas competições para identificar o mais rápido colhedor.[6]

Atualmente utiliza-se a fibra da casca do fruto para obtenção de vasos e substratos para plantas, em substituição à fibra de xaxim. [...]
Talisia esculenta
Talisia esculenta Pitomba, Pitombeira, Pitomba-d [...]

Muito rica em Vitamina C, não é usada em preparações culinárias. Os frutos maduros são consumidos ao natural ou podem ser usados no preparo de licor.

A pitomba é comum nos estados setentrionais do nordeste, onde é vendida em cachos atados em feixe. [...]
Triplaris americana
Triplaris americana Pau-de-formiga, Pau-de-novato, [...]

Devido à sua copa colunar e beleza no florescimento e frutificação, é amplamente usada no paisagismo, sendo útil para arborização de ruas estreitas desprovidas de rede elétrica.

É muito útil também para recuperação de florestas ciliares.

O nome popular desta espécie é proveniente de sua associação com fomigas no ambiente natural, que constroem seus ninhos no tronco oco, protegendo assim as plantas de outros predadores. [...]
Pentaclethra macroloba
Pentaclethra macroloba Pracaxi [...]

Conheça o Pracaxi, árvore nativa da Amazônia, .

O óleo extraído de suas sementes se destaca por ser o óleo mais rico em ácido behênico (10-25%) conhecido, cerca de 6 X mais do que o óleo de amendoim. [...]

  



Observar a LUA ajuda a marcar, através de seus ciclos, etapas de plantio, cultivo e colheita.


Lua NOVA :: Semeadura / plantio de tudo o que cresce acima da terra. Corte de bambu para a construção. Colheita e plantio de raízes, tubérculos, rizomas e bulbos. PODAS gerais para a produção de matéria seca.

Lua CRESCENTE :: A seiva sobe para as folhas, concentrando nos talos e ramos. Plantio de tudo o que cresce acima da terra (ex: tomate, laranja, alface, milho, soja etc). Colheita de folhas (medicinais) e, pouco antes da lua cheia, colheita de cereais. PODAS com maior produção de biomassa para adubo verde. Final da crescente: corte de madeira para lenha.

Lua CHEIA :: Seiva nas folhas - maior luminosidade lunar. Colheita de flores, frutos e folhas. Plantio de flores, frutos e folhas. Deve-se evitar mexer muito nas plantas, limitando-se a retirar folhas secas e galhos. PODAS com maior produção de biomassa para adubo verde. Perto da lua cheia, as plantas estão com seus aromas potencializados, atraindo animais.

Lua MINGUANTE :: A seiva desce para as raízes. Ideal para plantio / semeadura de tudo o que cresce abaixo da terra (ex: alho, cenoura, cebola, mandioca, batata, rabanete etc). Podas / corte de árvores e bambus. Pouco antes da lua nova, ideal para colheita de sementes. Dê preferência para intercalar adubações de 15 em 15 dias, sendo uma durante o último quarto minguante.



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Últimos comentários publicados nas fichas de espécies do Banco de Plantas Notáveis:

Dysphania ambrosioides
Anderson Porto / RJ (12/12/2018 12:28)
Percebemos que a Dysphania ambrosioides, que é o mastruz, possui efeito antileishmania, ela diminui as infecções nas células infectadas, tanto na leishmaniose cutânea, que são as feridas na pele, quanto na leishmaniose visceral, que é o calazar", declara a pesquisadora. Também foi percebido que a planta diminui a infecção do Trypanosoma cruzi, que é o parasita responsável pela doença de Chagas. "Então, o mastruz foi bem eficiente contra esses três parasitas."
Dysphania ambrosioides
Tulbaghia violacea
Anderson Porto / RJ (11/09/2018 22:44)
O sabor de alho é muito forte nas folhas modiscadas e o aroma permanece nas mãos durante um bom tempo. Usada como tempero não fica muito forte.
Tulbaghia violacea
Cymbopogon nardus
Anderson Porto / RJ (02/05/2018 22:30)
As folhas são usadas como tempero em curry, sopas, etc.
O centro branco das hastes suculentas é usado para dar um sabor ao curry.
Um chá aromático pode ser obtido das folhas.
Um óleo essencial é obtido da planta. Este óleo contém geraniol, citral e citronelal. É muito usado pela indústria alimentícia para dar sabor a uma ampla gama de alimentos. O Citral pode ser usado para imitar sabores de maçã, limão, morango e baunilha.
As folhas são antiespasmódicas, diaforéticas, digestivas e estimulantes. Uma infusão das folhas é usada para tratar espasmos de diarréia. Uma infusão das folhas, com bebidas alcoólicas ou doces, é usada para tratar resfriados.
Cymbopogon nardus
Xanthosoma sagittifolium
Anderson Porto / RJ (26/03/2018 22:14)
A forma mais confiável de reconhecer as *taiobas* comestíveis é reconhecer uma cerosidade parecida com um talco, por cima do talo. Em botânica é chamada de *pruína*. Todas as comestíveis tem esse *pozinho* por cima do talo, que também é comestível (deve ser descascado e cortado em pedaços).
Xanthosoma sagittifolium
Tradescantia pallida
Anderson Porto / RJ (23/02/2018 23:33)
Não é uma boa ideia então consumí-la em locais que tenham muita poluição.
Tradescantia pallida
Azadirachta indica
Anderson Porto / RJ (16/02/2018 13:46)
Não são os indivíduos que morrem, são as crias. O enxame definha pois não tem mais abelhas nascendo. As abelhas fazem as células de berçário, nessas células é colocado a papa larval (feita de pólen) onde a abelha rainha faz a postura do ovo, onde irá eclodir e sair um embrião que irá se alimentar dessa papa larval (ou seja, do pólen). Ela não chega nem a virar pupa, vai morrer pois se alimentou dessa papa com pólen de nim.

Sem nascer mais abelhas, as velhas vão morrendo e não nascem novas, a média de vivência ver uma abelha são 50 dias. Após este período o enxame esta praticamente morto, não tendo mais indivíduos não tem como a abelha rainha ser alimentada, pois só as nutrizes fazem isso, as abelhas mais novas.

Os grãos de pólen coletados do nim, junto a outras floradas no mesmo pote, contamina todos os grãos, pela toxidade do nim.

Espécies afetadas: meliponas e Scaptotrigonas.
Azadirachta indica
Annona squamosa
Anderson Porto / RJ (15/02/2018 20:07)
Aqui é Cukoralma (Tsúkor ólmó foneticamente, húngaro)
- cukor = açúcar
- alma = maçã.
Annona squamosa
Myracrodruon urundeuva
Anderson Porto / RJ (29/01/2018 22:59)
Grato pela observação, Elimar!
Myracrodruon urundeuva
Thevetia neriifolia
Anderson Porto / RJ (11/12/2017 18:48)
(Introdução) Outra jeito de uso é na forma de um pingente duplo, com as duas sementes unidas, penduradas num colar.
Thevetia neriifolia
Calotropis procera
Anderson Porto / RJ (09/08/2017 12:59)
O controle só é eficaz se as plantas forem arrancadas totalmente (pelas raízes) ou por meio de corte raso seguido de aplicação de herbicida. O simples corte promove perfilhamento, amplificando o problema.
Calotropis procera
Luffa aegyptiaca
Anderson Porto / RJ (16/07/2017 19:39)
(Utilização) Aqui em casa tenho experimentado lavar a louça com bucha vegetal. Gostei!
Luffa aegyptiaca
Solanum lycopersicum
Anderson Porto / RJ (15/04/2017 22:07)
O melhoramento genético de hortaliças, como o tomateiro, trouxe um significativo aumento na produtividade. No entanto, as plantas se tornaram mais suscetíveis às pragas e mais exigentes em nutrientes.

Com isso, só é possível cultivar a maioria dos tomates com intensos cuidados, o que inviabiliza cultivo caseiro das variedades mais comuns de serem encontradas nos supermercados.

Sorte que a maioria dos tomates do tipo cereja não sofreu a pressão do melhoramento e ainda mantém uma boa capacidade de resistir às pragas e até se desenvolver bem sem muitos cuidados, como o da foto, cultivado em vaso.
Solanum lycopersicum
Psidium guajava
Anderson Porto / RJ (24/01/2017 16:06)
As goiabas amarelas que passaram do ponto de consumo direto são excelentes para doces como goiabadas e geleias.
Psidium guajava
Psidium guajava
Anderson Porto / RJ (24/01/2017 16:05)
Goiabeiras precisam de podas anuais / bianuais para manter a produção de frutos maiores e saborosos.

Psidium guajava
Malpighia aquifolia
Anderson Porto / RJ (29/11/2016 03:08)
*Aquifolia* refere-se à sua semelhança com as folhas do azevinho (Ilex aquifolium).
Malpighia aquifolia
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Nosso banco de dados apenas tenta reunir estas informações, passando antes pela observação, análise de informações e inserção na base de dados, com bibliografia pesquisada em livros e sites na Internet.

Tentamos prover fotos para cada espécie cadastrada e nossa meta é catalogar informações de 20 mil espécies com características notáveis.

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