Sobre Anderson Porto

Analista de sistemas, desenvolvedor do projeto Tudo Sobre Plantas, gerente de conteúdo e coordenador dos grupos de estudos - especialidade(s): fotografia e desenvolvimento de sistemas Web.

Pesquisadores da USP vencem desafio de identificação de plantas

Por Fábio de Castro

Com novo sistema computacional capaz de reconhecer espécies de plantas por meio de fotos das folhas, cientistas do Instituto de Física de São Carlos ficaram em primeiro lugar no concurso internacional ImageCLÉF

Agência FAPESP – A fim de estimular os avanços da pesquisa na área de reconhecimento de padrões, a organização francesa ImageCLÉF promove anualmente, desde 2003, um evento que lança desafios à comunidade científica internacional.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) ganhou o primeiro lugar do ImageCLÉF 2011 na categoria “Identificação de plantas”, inaugurada em 2010 com apoio da Sociedade Francesa de Botânica.

Os cientistas brasileiros venceram o desafio de desenvolver um sistema computacional capaz de reconhecer espécies de plantas da Europa a partir de um banco de dados de fotos das folhas.

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Plantas usam relógios em seus corpos para se prepararem na batalha contra insetos

Biólogos da Universidade Rice descobriram que, apesar das plantas parecerem ‘inertes’ durante o dia, elas estão na verdade se preparando para a batalha contra insetos e pragas famintas.

“Quando você pensa que as plantas estão paradas, elas estão se preparando para uma dura batalha, e todos pensam que não estão fazendo nada”, declarou Janet Braam, uma das pesquisadoras em um novo estudo que foi publicado na Proceedings of the Naciona Academy of Sciences. “É intrigante ver toda essa atividade a nível genético. É como assistir a uma fortaleza sitiada em estado máximo de alerta”.

Os biólogos sabem há muito tempo que as plantas têm um relógio interno que lhes permitem medir a passagem do tempo, independentemente das condições de luz. Algumas plantas movem suas folhas para acompanhar o Sol durante o dia, mas em seguida, “zeram” suas folhas durante a noite, movendo-as para o leste, em antecipação ao nascer do Sol.

Estudos recentes estão aplicando ferramentas genéticas para estudar os ritmos circadianos de plantas. Os investigadores descobriram que cerca de um terço dos genes da espécie Arabidopsis thaliana (também chamada de agrião ou agrião-rato) são ativados por um ciclo circadiano. Alguns dos genes circadianos-regulamentados estão ligados a função de responder a machucados, o que significa que elas podem antecipar um ataque de insetos, assim como elas antecipam o nascer do Sol.

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Cientistas criam métodos para ‘turbinar’ fotossíntese

Há milhões de anos, plantas, algas e algumas bactérias fazem uso da fotossíntese para transformar luz em energia. Cientistas agora se apressam a dizer: elas têm feito isso errado. Ou melhor, de um jeito ineficiente, que aproveita só 5% do que poderia.

Três dos principais nomes da área protagonizaram ontem uma das palestras que mais despertaram a atenção do público presente na reunião anual da AAAS (Sociedade Americana para o Progresso da Ciência), em Vancouver, no Canadá.

“Essa história toda de otimizar a fotossíntese pode parecer maluquice, mas eu garanto que não é. Afinal, eu não teria sido chamada para falar em um evento tão importante se a minha pesquisa não fizesse sentido”, disse Anna Jones, da Universidade do Estado do Arizona.

Ela e outros pesquisadores querem otimizar o processo de transformação da energia recebida do Sol. Atingir esse objetivo permitirá melhorar culturas de alimentos e produzir combustíveis renováveis de um jeito sustentável e em grandes quantidades.

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Porque Itacoatiara, Itaipuaçu e outras praias da região oceânica de Niterói estão PODRES?

Don't Trash Our Ocean - Surfrider Foundation

Além da maré-vermelha, a alga (na realidade um acidente ecológico) que costuma ocorrer no mar nessa época do ano, recentemente o mar nas praias da região oceânica de Niterói tem estado podre. Porque está ocorrendo isso? O que está fazendo o mar feder e apresentar manchas das cores mais abnormais, como nunca visto antes em nossa região?

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Salvamento das plantas do Sr. Adalberto

Oi pessoal,

Nesta última quarta-feira estivemos no abrigo, levando parte das doações e ajudando o Sr. Adalberto no salvamento de suas plantas, que ele cultivou com tanto esmero e dedicação. O espaço onde estão as plantas infelizmente será cimentado, para que a área possa ser utilizada pelos demais residentes.

Viveiro do Sr. Adalberto

As fotos da visita estão na Galeria de Fotos do projeto Tudo Sobre Plantas.

[ Viveiro do Sr. Adalberto ]

O intuito de salvar as plantas é um esforço para manter, pelo menos em vasos, as plantas ornamentais e medicinais que ele cultiva faz tempo e usa para ornamentar o abrigo Cristo Redentor.

Quem puder ajudá-lo, ajude! É o mínimo que podemos fazer para que ele saiba que sua luta não foi em vão.

Abraços!

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Planta que absorve metais pesados pode ser usada para tratamento de igarapés

por Elaíze Farias

A planta aquática orelha-de-elefante-gigante, comum em matas ciliares, consegue absorver metais como chumbo e cobre

Planta orelha-de-elefante-gigante tem capacidade de absorver metais pesados
(Divulgação/Josias Coriolano de Freitas)

Um grupo de pesquisa da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) está desenvolvendo um sistema baseado na planta aquática orelha-de-elefante-gigante (Alocasia macrorhiza) para o tratamento das águas do igarapé contaminado de Manaus.

O engenheiro químico Josias Coriolano de Freitas, cuja tese de doutorado identificou a capacidade da planta em absorver metais pesados, diz que a orelha-de-elegante-gigante ajuda na recuperação de áreas degradadas e no tratamento de efluentes líquidos, entre outras ações.

“A planta pode ser utilizada naturalmente. Não é preciso usar nenhum produto químico. No momento o grupo está procurando aperfeiçoar o sistema de tratamento natural”, disse Freitas, em entrevista ao portal a critica.com.

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Produção indígena é alvo de pesquisa

O aproveitamento sustentável dos recursos naturais de aldeias indígenas no Maranhão e no Pará é o objetivo de projeto de pesquisa desenvolvido no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia da Biodiversidade, mantido pelo Museu Paraense Emílio Goeldi.

O laboratório de práticas sustentáveis em terras indígenas próximas ao arco de desmatamento, coordenado por Claudia López, reúne diversas iniciativas de investigação. Dentre elas está uma pesquisa desenvolvida em nível de pós-graduação que faz levantamento de produtos florestais não-madeireiros em duas aldeias no Pará: Moikarakô na terra indígena Kayapó e Las Casas, na terra indígena do mesmo nome.

O estudo desenvolvido, no âmbito da etnobotânica, pela mestre Sol González Pérez, aborda aspectos do conhecimento e uso de recursos vegetais, assim como das possibilidades de comercialização e possível geração de renda através do artesanato. Pesquisas dessa natureza atendem demandas das próprias comunidades, encaminhadas por seus representantes aos cientistas que se dedicam a estudar populações indígenas.

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OMS quer mais proximidade com Anvisa

2 de fevereiro de 2012

A OMS quer entender melhor o processo de regulação sanitária feita no Brasil, além de ampliar a cooperação com a Anvisa. Esta foi a afirmação da assistente da Diretora-Geral da OMS para Sistemas de Saúde, Carissa Etienne, durante visita à sede da Agência em Brasília. Durante o encontro, a representante da OMS destacou que uma das maiores preocupações da organização, atualmente, é o acesso seguro aos medicamentos e a busca de fundamentos científicos que garantam qualidade aos tratamentos.

A diretora-presidente substituta da Agência, Maria Cecília Brito, destacou o trabalho que tem sido feito no Brasil na área da Farmacopeia para garantir padrões de qualidade e maior capacidade da indústria nacional na produção de medicamentos. Ela lembrou que uma das prioridades é desenvolver o setor de fitoterápicos, que, apesar da grande biodiversidade do país, ainda é pouco desenvolvido. “O formulário de fitoterápicos lançado no último ano foi um grande avanço nesta área. Também estamos trabalhando no nível no Mercosul para desenvolver a capacidade regional”, afirmou Cecília.

Atualmente, o Brasil possui cerca de 400 medicamentos fitoterápicos registrados e 80 empresas atuando na área. Em dezembro de 2012, o país receberá pela primeira vez o encontro internacional da entidade, que reúne especialistas em fitoterapia e homeopatia de todo o mundo.

Carlos Augusto Moura – Imprensa/Anvisa

Fonte: [ Anvisa ]

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O NIM Indiano – o bioprotetor natural

por Engº Agrº José Luiz M. Garcia*

Essa publicação destina-se a fornecer informações sobre a utilização do Óleo de Nim (Azadirachta indica) na Agricultura e Pecuária no controle de insetos, pragas e parasitas. Informações mais detalhadas poderão ser obtidas nas referências listadas ao final do trabalho.

Por que Bioprotetor Natural e não Inseticida Natural ?

O sufixo “cida” significa aniquilador, matador, assassino. O Óleo de Nim não é um produto com o tradicional efeito inseticida aniquilador característico das substancias petro-químicas largamente utilizadas na agricultura vez que não mata os insetos instantaneamente. Essa aparente desvantagem é, na verdade, uma grande vantagem conforme será devidamente explicado posteriormente.

O Óleo de Nim não possui efeito nocauteador ( efeito “knock-down”) sobre os insetos e larvas. Também não funciona a longo prazo como os inseticidas biológicos tipo Bacillus turingensis (Dipel) dando margem a que os insetos continuem devastando a lavoura antes de morrerem.

O seu efeito é imediato, porém, de outra forma, ou seja, ele atua imediatamente repelindo e/ou fazendo com que os insetos e larvas parem de se alimentar via efeito anti-alimentar (efeito “anti-feeding”). Atua também via outros mecanismos a médio e longo prazo conforme será amplamente explicado adiante.

Isso torna o Óleo de Nim um excelente aliado do agricultor no controle efetivo de insetos e pragas e o coloca em posição de destaque como uma nova categoria de produtos ecologicamente corretos para a utilização na agricultura do próximo milênio.

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Codex Alimentarius – você precisa saber o que esta acontecendo com sua comida !

Codex Alimentarius – Nutricídio parte 1 (legendado)

Estas informações são muito importantes! Divulgue para todos que você conhecer e se interesse por alimentação. Todos nós estamos sofrendo com este problema que foi criado.

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