Luc Montagnier, Prêmio Nobel, leva muito a sério a Homeopatia

Luc Montagnier, Fala Seriamente sobre Homeopatia

Tradução livre de Amarilys de Toledo Cesar

Este texto foi publicado em inglês no The Huffington Post em 14 de maio de 2012.

Para ver o artigo em Inglês [ CLIQUE AQUI ]!

Dr. Luc Montagnier, o virologista francês que ganhou o Prêmio Nobel em 2008 por descobrir o vírus da Aids, surpreendeu a comunidade científica com o seu forte apoio à medicina homeopática.

Em uma entrevista notável publicado na revista Science de 24 de dezembro de 2010 (1), Professor Luc Montagnier, manifestou o seu apoio para a especialidade médica da medicina homeopática, muitas vezes criticada e incompreendida.

Embora a homeopatia tenha persistido por 200 anos em todo o mundo e tem sido o principal método de tratamento alternativo utilizado por médicos na Europa (2), a maioria dos médicos convencionais e cientistas expressaram ceticismo sobre sua eficácia devido às doses extremamente pequenas dos medicamentos utilizados.

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Texto sobre a Marcha da Maconha

“O DPMOV é um grupo de Defensores Públicos do Estado do Rio de Janeiro que conta com mais de cinquenta integrantes.

Dentre outros objetivos, afirmamos práticas emancipatórias e que tenham por objetivo tornar pessoas e comunidades historicamente oprimidas em sujeitos de sua própria consciência, vida e direitos.

Negamos práticas arbitrárias, preconceituosas e excludentes, dentro e fora de nossa instituição.

Temos consciência que dentre os fundamentos da Marcha da Maconha está a denúncia do crescente processo de criminalização da pobreza e de controle violento das populações etiquetadas de perigosas. Temos também consciência de que este processo é envolto numa cortina de fumaça e difundido como solução para a criminalidade. É a simplificação de um problema profundamente complexo e que não se resolve com a superficialidade do recrudescimento de penas e de mais prisões.

Os Defensores Públicos que atuam na área criminal testemunham diariamente a perversidade do proibicionismo tal como configurado na atual lei de drogas, que dá ampla margem de discricionariedade para a polícia decidir quem é usuário e quem é traficante, com enorme inclinação para o aprisionamento arbitrário dos moradores de áreas periféricas tidas pelo senso comum como focos de criminalidade.

Alguns relatos neste sentido podem ser encontrados no site do Banco de Injustiças ([ www.bancodeinjusticas.org.br ]) onde se pode constatar o drama de usuários que amargam longo período de prisão até que venham a ser judicialmente reconhecidos como tais, porque num primeiro momento a polícia os classificara como traficantes.

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UE recusa patentes sobre animais e plantas

O Parlamento Europeu aprovou, este mês, uma resolução com o intuito de pedir ao Instituto Europeu de Patentes que ponha fim à concessão de patentes ao melhoramento genético convencional de plantas e animais. A resolução foi apresentada conjuntamente pelos deputados de vários partidos e foi aprovada com ampla maioria.

A notícia é avançada pela plataforma portuguesa da Campanha pelas Sementes Livres, uma iniciativa europeia com núcleos na maioria dos estados-membros e que visa contrariar a tendência da agricultura atual, onde os modos de produção intensivos se sobrepõem cada vez mais aos processos tradicionais.

De acordo com o movimento, a votação segue as exigências de vários parlamentos nacionais, como o alemão, que ambicionam pôr fim às patentes de melhoramento vegetal e animal.

“Este é um enorme sucesso para todos os agricultores, criadores e consumidores que estão preocupados com a monopolização dos nossos recursos alimentares”, afirmou Ruth Tippe, da coligação No Patents on Seeds. “Esta votação não pode ser ignorada pelo Instituto Europeu de Patentes – é hora de parar a venda dos recursos necessários para a nossa vida diária”, considerou.

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Vale a pena plantar árvores !

por Anderson Porto

Vale a pena plantar árvores, nas calçadas, no fundo do quintal, no sítio, nas avenidas, nos pontos de ônibus, nas praças, em todos os lugares onde seja possível.

Vamos relembrar alguns motivos?

1) Fornecem sombra – mais que evidente e de fácil constatação, quando em dias de calor. Todo mundo se protege do sol nas sombras das árvores e marquises;

2) Refrescam o ar através da evapotranspiração; isto é, árvores, dentre as diversas utilidades, podem ser comparadas a imensas estações de bombeamento de água do subsolo para a atmosfera. Ao lançar no ar as gotículas de H2O, elas criam um efeito refrigerante ao redor delas. Uma árvore adulta bombeia cerca de 300 litros de água para a atmosfera, por dia;

3) Filtram o ar: árvores “respiram” pelas raízes (e transpiram pelas folhas). Usam a terra como filtro de ar e puxam o ar com os poluentes para o solo, etapa antecessora da limpeza natural, que é feita pela chuva. Chuva e árvores formam um sistema perfeito de limpeza atmosférica;

4) Beleza… Tem coisa mais bela que você chegar numa cidade e percorrer uma alameda cheia de árvores floridas? Ou passear pela cidade e se deparar com diversos exemplares em flor? Ou passar por túneis verdes, com pássaros, raios de sol e o farfalhar das folhas ao vento?

5) Perfume… Com a brisa que percorre as ruas da cidade, uma cidade arborizada permite contato com aromas deliciosos. É uma excelente surpresa ser brindado com um ar perfumado, não é?

6) Bem estar! As plantas soltam no ar Phytoncides, químicos transportados pelo ar emitidos pelas plantas para protegê-las do apodrecimento, de insetos, e de micróbios, e que aparentemente também beneficiam os humanos (segundo pesquisa do Japão de janeiro de 2010), aumentando nossa imunidade.

7) Frutos! As árvores nativas fornecem alimento para pássaros, macacos, abelhas, seres humanos… Suas folhas e galhos velhos, além disso, servem como fonte de nutrientes para composto orgânico.

8) Absorvem CO² – poderia ter colocado este ítem em primeiro lugar, mas deixei para depois por um motivo básico: não adianta plantar árvores se continuarmos poluindo. Temos que arborizar aquilo que for possível, para o bem estar de todos.

Plantar e cuidar. Façamos todos a nossa parte.

Abraços!

Pouco contato com natureza ‘aumenta a incidência de alergias’

Bactérias mais abundantes na natureza aumentam resposta imunológica a alergênicos

por Mark Kinver
Repórter de meio ambiente da BBC

A falta de exposição à natureza pode estar aumentando a incidência de asma e outras alergias entre moradores de cidades, segundo um estudo finlandês.

Os cientistas dizem que certas bactérias, apontadas em outros estudos como benéficas para a saúde humana, são encontradas em maior abundância em ambientes rurais.

Esses micro-organismos cumprem um papel importante no desenvolvimento e manutenção do sistema imunológico, explicam os especialistas.

As conclusões do estudo foram divulgadas na publicação científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

“Existem micróbios em todo lugar, inclusive em áreas urbanas, mas os micróbios de ambientes naturais são mais benéficos para nós”, disse à BBC um dos autores, Ilkka Hanski, da Universidade de Helsinque.

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RuBisCo – a proteína mais importante da Terra

por Nuno Leitão


A RuBisCo é a enzima mais abundante do nosso planeta e praticamente toda a vida, tal como a conhecemos, depende dela.

A RuBisCo é conhecida como a proteína mais importante e mais abundante da Terra, uma vez que praticamente toda a vida depende directa ou indirectamente dela. Esta proteína ocorre nas plantas superiores, nas plantas inferiores e numa grande variedade de bactérias fotossintéticas. A RuBisCo representa normalmente mais de 50% da proteína das folhas das plantas superiores, pelo menos quando nos referimos a plantas do tipo C3*.

Graças a esta proteína, as plantas terrestres fixam cerca de 50.000.000.000.000 kg de carbono, mas para tal necessitam de grandes quantidades de RuBisCo. Podemos dizer que por cada pessoa do nosso planeta existem cerca de 10 kg desta proteína nas plantas terrestres.

*Nota: existem plantas do tipo C3, C4 e CAM que diferem nos mecanismos fotossintéticos, e as C3 necessitam de muitas RuBisCo porque nestas as proteínas estão em contacto com o oxigénio que compete com o CO2 como veremos mais à frente.

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Transgênicos avançam sobre Unidades de Conservação no Brasil

Brasil – Diário Liberdade – Semana passada, proprietários rurais entraram com um pedido no MMA (Ministério do Meio Ambiente) e no MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) para reduzir as zonas de amortecimento (entorno das UCs – Unidades de Conservação -, onde as atividades humanas estão sujeitas às normas e restrições específicas, com o propósito de minimizar os impactos negativos no ecossistema) para o plantio de transgênicos de 10 quilômetros para 800 metros.

O MMA e o MAPA estão estudando um decreto para a regulamentar esse pedido o que representa mais uma amostra da submissão do governo do PT ao programa político do setor mais reacionário da burguesia brasileira, os latifundiários.

Ao contrário do que acontece com a soja e o algodão, que têm uma área de preservação normatizada por decreto, de aproximadamente 1,2 quilômetros, o milho não tem nenhuma regulamentação. Nesse caso, como não existe uma área especificada por decreto, a zona de amortecimento genérica é de 10 quilômetros.

A maior preocupação dos ambientalistas é a contaminação que a cultura de milho pode levar a outras espécies das UCs, segunda a bióloga especialista em genética molecular Francismar Corrêa, da Embrapa Soja: “A soja, por exemplo, multiplica-se por autofecundação, as plantas não cruzam uma com a outra. No milho, cuja reprodução se dá por transporte de pólen entre as plantas, a taxa de fecundação cruzada é altíssima”.

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Programa de biodiesel não atingiu meta social

Por Karina Toledo

Programa Nacional de Uso e Produção de Biodiesel ampliou mercado mas ainda não conseguiu promover a inclusão da agricultura familiar na cadeia produtiva do biocombustível, aponta pesquisa feita na UFSCar (Wikimedia)

Agência FAPESP – Desde que foi lançado, em 2004, o Programa Nacional de Uso e Produção de Biodiesel (PNPB) ampliou significativamente o mercado para esse biocombustível no país. Mas a iniciativa do governo federal ainda não conseguiu cumprir uma de suas principais metas: promover o desenvolvimento regional em áreas carentes por meio da inclusão de agricultores familiares na cadeia produtiva.

A conclusão é da pesquisa “Análise de competitividade da cadeia produtiva de biodiesel no Brasil“, coordenada por Mario Otavio Batalha na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e financiada pela FAPESP.

“A produção do biodiesel é mais cara que a do diesel comum e, ainda hoje, não é sustentável do ponto de vista econômico. A grande justificativa para o PNPB foi esse viés social”, afirmou Batalha.

Por essa razão, completou, o programa buscou incentivar a produção do biocombustível a partir de diversas oleaginosas, especialmente a mamona no Nordeste e o dendê no Norte.

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Entrevista com professor da USP, Ricardo Augusto Felicio

‘O aquecimento global é uma mentira’, é o que afirma o Climatologista Ricardo Augusto.

Programa do Jô 02-05-2012 Professor da USP: Ricardo Augusto Felicio